NOVELA A VIDA DA GENTE: TV CRÍTICA

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Um amigo teceu um comentário no facebook quando postei sobre a emoção e as lágrimas de A VIDA DA GENTE: água com açúcar.
Bem, discordo dele, pois se falar de coma, impotência sexual, inseminação artificial, vida na terceira idade, dependência alcóolica, infidelidade conjugal, doação de órgãos, conflitos familiares recheados com boa gastronomia é água com açúcar…
Esses foram os ingredientes de A VIDA DA GENTE.
A novela das seis da Globo com seu último capítulo exibido hoje.
Novela de Lícia Manzo. Escrita por Lícia Manzo e Marcos Bernstein.  Colaboração de Álvaro Ramos, Carlos Gregório, Giovana Moraes, Marta Góes, Tati Bernardi, Dora Castellar e Daniel Adjafre. 
Dirigida por Tereza Lampreia, Luciano Sabino, Adriano Melo e Leonardo Nogueira. 
Direção geral de: Jayme Monjardim e Fabrício Mamberti.
Acompanhei VIDA desde o início. 
Quando não conseguia ver pela tv, acessava a globo.com. 
Amei a novela! Já postei aqui, em 2011, uma crítica sobre o folhetim até o fim do coma da personagem Ana, interpretada de forma brilhante pela Fernanda Vasconcelos.



A NOVELA
VIDA foi uma das novelas de visual mais bonito que já vi.
A cena (foto acima) mais linda foi o nado das personagens Ana (Fernanda Vasconcelos) e Rodrigo (Rafael Cardoso).
Quando começei a ver, pensei: nossa, isso é televisão? Belíssima! Esse foi o adjetivo mais próximo para elogiá-la.
O texto foi muito rico e com linguagem rebuscada, principalmente em que estavam presentes médicos, advogados e o pessoal da melhor idade. 
Foi uma ousadia da autora em se tratando de um produto tão popular.
Senti falta de mais humor. Com tantos temas dramáticos, chorei muito e dei boas risadas, apesar de pequenas.
A trilha sonora coroou texto, fotografia e transformou VIDA como uma das melhores.


O ELENCO
Vou fazer diferente, a imagem de um aplauso vai dizer quem arrebentou na novela e na outra imagem, quem deu show.
A seguir, faço um comentário do destaque.



Thiago Lacerda, Stênio Garcia, Rafael Cardoso, Stephany Brito, Luiz Carlos Vasconcelos, Maria Eduarda, Leona Cavalli, Júlia Almeida, Tadeu di Pietro, Luiz Serra, Sylvia Massari, Cláudia Mello, Neuza Borges, Malu Galli e Leonardo Medeiros.



Nicete Bruno, Fernanda Vasconcelos, Marjorie Estiano, Paulo Betti, Ana Beatriz Nogueira, Gisele Fróes e a menina Jesuela Moro. 
No outro post comentei sobre a Marjorie e a minha dificuldade de gostar dela e, continuo não gostando, mas reconheço o seu talento na virada de sua personagem Manuela. 
Se ela fosse fraquinha não pouparia críticas, mas ela me surpreendeu! Parabéns pela sua Manuela, você deu o tom certo.


Não posso deixar de falar sobre as pessoas mais odiadas e mais amadas desse folhetim: Nicete Bruno, Fernanda Vasconcelos e Jesuela Moro – as mais amadas e, Ana Beatriz Nogueira, Gisele Fróes e Paulo Betti – as mais odiadas!
Ao ver Nicete em cena, dá vontade de levar aquela vovozinha pra casa, não dá? 
A Fernanda Vasconcelos é de uma verdade, de uma entrega, arrebatadora! Parabéns! Jesuela Moro, talendo de gente grande!



Quem não odiou a Eva, a Vitória ou o Dr. Jonas?
Todos, é claro, e só atores desse nível conseguem criar esse sentimento. Show!
E o fim não poderia ter sido diferente com um clip e o destino das personagens: simples, bonito e encantador. 
Quem não gostaria de ter dois pais e duas mães? 
Mas o tempo não para e a vida da gente segue o curso, assim como o rio, segue o seu destino.
Beijo e cheiro no coração.

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