DÉCIMO CAPÍTULO

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De Warlen Pontes
QUARTA,
18 DE MAIO, 2011

LEBLON.
NOVE HORAS DA NOITE.
NA FRENTE DA LOJA BOUTIQUE DO BRIGADEIRO.


NA INAUGURAÇÃO DA LOJA DE BRIGADEIROS ESTÃO: RIBERILDA, BOANERGES, REGINALDO, RODRIGO, RIVALDO, RONALDO, ROSÃNGELA, MARILENE, ESTER, OTÁVIO, AMANDA, RAFAEL,  REGINA, CLÁUDIO ROBERTO, FREDA, VALÉRIA, PEDRO, MARIA E A DONA DA FRANQUIA, RÚBIA GUIMARÃES.
BOANERGES PEDE UM BRINDE.


(Bonaerges) – A loja do Leblon é a primeira de muitas na cidade maravilhosa.
Um brinde ao sucesso da boutique do brigadeiro no Rio de Janeiro. 
TODOS.
– Um brinde!
(Reginaldo) – Sucesso total!
REGINALDO PISCA UM DOS OLHOS PRA RÚBIA GUIMARÃES QUE NÃO ENTENDE.
HORA DO COQUETEL.


(Riberilda) – Dona Rúbia, gostou da loja?
(Rúbia) – Ficou linda, maravilhosa! Vocês têm bom gosto.
(Riberilda) – Contratamos os melhores decoradores do Rio de Janeiro…
REGINALDO INTERROMPE. PEGA NA MÃO DIREITA DE RÚBIA E BEIJA SUA MÃO.
(Reginaldo) – Sou Reginaldo, filho de Riberilda e Boanerges.
(Rúbia) – Muito prazer. O sr. estava com algum cisco no olho?
Não parava de piscar.
REGINALDO SEM GRAÇA. RIBERILDA DESCONVERSA.
(Riberilda) – Cacoete…
(Reginaldo) – É, cacoete… desde…
(Riberilda) – Pequenininho ele tem isso.
(Rúbia) – Que chato. Eu não sei o que é isso… meu filhinho também não…
(Riberilda) – Você já tem um filho? Tão nova, tão jovem…
(Rúbia) – Ah sim, um filho. Henrique, lindo! Olha a foto dele aqui.
MOSTRA O CELULAR.


NO OUTRO CANTO ESTÃO VALÉRIA E CLÁUDIO ROBERTO.
(Cláudio Roberto) – Patroinha tá com ciúmi do cunhadinho?
(Valéria) – Cláudio Roberto, respeito é bom e eu gosto.


NOUTRO CANTO DA LOJA, FREDA COM ROSÂNGELA.
(Freda) – Até agora não entendi…você não acha estranho, Rosângela, o funcionário da clínica da minha irmã aqui? Sujeitinho esquisito. 
Aquela pouxete enorme na cintura… Aquela camisa quadriculada… 
Aqueles tênis amarelos…
(Rosângela) – Esquisito e estranho, ao mesmo tempo.


BOANERGES CONVERSA COM RONALDO, RIVALDO, MARILENE E OS NETOS.
(Ester) – Vovô, a loja tá uma graça!
(Boanerges) – Obrigado, meu brigadeiro de coco.
(Ronaldo) – Ficou linda mesmo.
(Rivaldo) – Será uma loja abençoada. Venderá muitos brigadeiros.
O que mais me impressiona é a qualidade do produto.
(Boanerges) – Vocês devem conhecer a dona Rúbia. Vou chamá-la.


BOANERGES VEM COM A RÚBIA.
APRESENTA A TODOS.
(Rivaldo) – Está de parabéns, dona Rúbia.
(Rúbia) – Obrigada.
(Otávio) – Por que brigadeiros? Qual é o conceito?
(Rúbia) – É a exaltação ao tradicional doce infantil. 
Sabia que é uma iguaria tipicamente brasileira?
(Amanda) – Eu adoro brigadeiros! 
(Rafael) – Mas não são brigadeiros comuns…
(Rúbia) – Porque eles ganharam roupagens especiais e são feitos com ingredientes de alta qualidade.
(Boanerges) – O que mais me impressiona é o sabor do chocolate e a apresentação.
(Riberilda) – A apresentação faz toda a diferença também…
(Ester) – O sabor também, imagino que os ingredientes são de primeira qualidade, dona Rúbia.
(Rúbia) – Pode dispensar o dona. 
Chocolate com 70% de cacau. 
(Riberilda) – Maravilha!


MARIA COM PEDRO CONVERSAM.
(Maria) – Tanta coisa estranha por aqui Pedro…
(Pedro) – O que há de estranho por aqui, Maria?
(Maria) – O funcionário da veterinária, a funcionária da outra loja de chocolates do tio Boanerges. Não têm nada a ver essas pessoas por aqui.
(Pedro) – Muito estranho mesmo…
Agora, seu cunhadinho, o Reginaldo, não perde tempo, já tava dando em cima da Rúbia.
(Maria) – Nem fala… 
Mas esses brigadeiros são divinos!
(Pedro) – E os sabores? Cada um mais gostoso que o outro. 
Esse negócio de fazer brigadeiro e criar outro sabores, fugindo do tradicional, é sensacional! Ao morder, tem som de música, ouça.
ELE COME UM BRIGADEIRO. OS DOIS RIEM.


RÚBIA COM BOANERGES, RIBERILDA, MARILENE, RONALDO, RIVALDO E OS FILHOS.
(Ronaldo) – E o site? 
(Rúbia) – O site é:
http://www.boutiquedobrigadeiro.com/

– Lá, aceito encomendas. Minha equipe estará preparada para atender.
(Rivaldo) – Você está de parabéns! Deus abênçõe sua vida.
(Rúbia) – Obrigado pastor.
(Rivaldo) – A propósito, você conhece o pastor Rafael Medeiros da ALLOS MUNDI?
(Rúbia) – Claro, convivemos muitos anos numa igreja em Brasília, a Batista Central. Um jovem pastor abençoado, por quê?
(Rivaldo) – Ele estará esta semana na minha igreja ministrando.
Acredito ser uma bênção mesmo.
(Rúbia) – Será pastor Rivaldo, será.


NESTE MOMENTO, ENTRA NO COQUETEL, ANTÔNIO CABRERA.
MARIA FICA TENSA.

FIM DO DÉCIMO CAPÍTULO

ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO, 
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS, HISTÓRIAS OU FATOS, 
TERÁ SIDO MERA COINCIDÊNCIA.
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