DÉCIMO TERCEIRO CAPÍTULO

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De Warlen Pontes

SEXTA,
20 DE MAIO, 2011

COPACABANA
NOVE HORAS DA NOITE


EM FRENTE AO PRÉDIO DA CASA DE RONALDO E MARILENE.
REGINA ESPERA POR OTÁVIO.
OTÁVIO CHEGA E BEIJA REGINA NO ROSTO.


(Regina) – Nossa, que cumprimento mais formal…
REGINA ROUBA UM BEIJO DE OTÁVIO.
DA JANELA DO APARTAMENTO RONALDO VÊ TUDO.
ENQUANTO BEIJA OTÁVIO, REGINA PISCA UM DOS OLHOS PARA RONALDO.
RONALDO FECHA A JANELA COM RAIVA.



COPACABANA
DEZ HORAS DA NOITE


DENTRO DO ESCRITÓRIO DO HORTIFRUTI SABORES DE COPA.
MARIA MARIA, ANTONIO CABRERA E PEDRO CONVERSAM.


(Pedro) – Nossa, essa história é muito chocante!
Maria, você já pensou como vai contar tudo isso a sua família?
(Maria) – Eu e o sr. Antonio Cabrera ainda estamos discutindo.
O Hortifruti vai ficar com ele, afinal, ele era sócio do papai e diante dos fatos, vai ficar tomando conta do negócio.
(Antonio Cabrera) – No sé todavia si voy a seguir jugando de la tienda, o vender.
 (Pedro) – Tudo isso que vocês me contaram é muito sério.
(Antonio Cabrera) – Para mí, toda la familia se reunían y decir toda la verdad, pero no a la Sra. Maria. 
(Maria) – Eu quero contar aos poucos. Primeiro falar com o Boanerges e saber o que ele vai decidir.
PEDRO APROXIMA-SE DE MARIA. BEIJA SUA BOCA. ACARICIA SEU ROSTO.
(Pedro) – Pode contar comigo viu, menininha…
OS DOIS RIEM.
(Antonio Cabrera) – Usted está, como dicen aquí en Brasil? Un chico de oro.
(Pedro) – Obrigado sr Antonio Cabrera.
(Maria) – Bem, temos que ir. Já estamos atrasados.
(Pedro) – Em cima da hora.
TODOS SAEM.





SEGUNDA.
SEIS HORAS DA TARDE.
FREDA E VALÉRIA MEXENDO NOS PERTENCES DE EDVIGES.


(Freda) – Olha Valéria, uma caixa lacrada… O que será que tem aqui?
ABRE A CAIXA.
(Valéria) – Abre logo.
(Freda) – Cartas e mais cartas…
VALÉRIA PEGA UMA DAS CARTAS.
(Freda) – Desenhos de corações, florzinhas…
(Valéria) – Dona Edviges era uma mulher romântica.
(Freda) – Ah sim, claro, muito romântica. Lembra daquela viagem pra Europa?
(Valéria) – Ela não queria ir de jeito nenhum porque o tio Boanerges ia ficar com saudade…
(Freda) – Ela tinha uma relação muito estreita com o tio…
(Valéria) – Estreita até demais…
FREDA PEGA UM ENVELOPE MAIOR COM DESENHOS DE CORAÇÕES MAIORES QUE OS OUTROS.
(Freda) – Que envelope estranho…
(Valéria) – É maior que os outros…
(Freda) – Pesado. Muito misterioso. Bem lacrado.
FREDA OLHA PARA VALÉRIA.
(Valéria) – Abre ou não abre?
(Freda) – Claro que a gente abre.
ABRE O ENVELOPE.
VALÉRIA OLHA PARA FREDA SEM ACREDITAR NO QUE LEU.
(Valéria) – O que foi Freda? Que cara é essa?
(Freda) – Você não vai acreditar!
NESTA HORA ENTRA MARIA.
(Maria) – O que vocês estão mexendo nas coisas da mamãe?
AS DUAS OLHAM PRA MARIA.


colaboração neste capítulo: Analía Rodriguez

FIM DO DÉCIMO TERCEIRO CAPÍTULO
ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO, 
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS, HISTÓRIAS OU FATOS, 
TERÁ SIDO MERA COINCIDÊNCIA.
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