quarta-feira, 17 de abril de 2013

O$ CARA$ DE PAU DA FÉ - DÉCIMO PRIMEIRO CAPÍTULO

De Warlen Pontes


DÉCIMO PRIMEIRO CAPÍTULO
 
No capítulo anterior:

Escritório da Mansão de Osvaldinho.
Gercivaldo e Hércules estão com Tereza Cristina.
No capítulo anterior:
Hércules dá um salto e abraça Tereza Cristina. Ele aplica uma injeção nela que desmaia. Alguém bate na porta. 

Capítulo de hoje:
Gercivaldo manda Hércules esconder Tereza Cristina na suíte do escritório e vai atender à porta. Lola, a governanta argentina, entra e pergunta por Tereza Cristina. Gercivaldo diz que ela não está e sai do escritório. Gercivaldo tranca a porta, dirige-se à suite onde estão Hércules e Tereza Cristina. Gercivaldo orienta Hércules amordaçar Tereza Cristina e levá-la ao esconderijo. Gercivaldo volta à sala onde estão todos. Osvaldinho vê Gercivaldo e faz sinal para falar em particular com ele. Adelene estranha.

Osvaldinho disfarça e conversa com Gercivaldo olhando para todos que passam por perto.
(Osvaldinho) - Onde está minha maninha querida?
(Gercivaldo) - Guardadinha no porta-malas.
(Osvaldinho) - No porta-malas? (com certa impaciência) Onde está Hércules?
(Gercivaldo) - Guardando maninha, oras!
(Osvaldinho) - Isso está ficando muito perigoso...
Nesta hora chega o prefeito de Nova Cabrobó.
(Prefeito) - A cidade de Nova Cabrobó está orgulhosíssima com Osvaldinho Caruaru!
(Osvaldinho) - Prefeito, quanto àquela doação, temos que acertar alguns detalhes. Também preciso que o sr. me arrume alguns cabides profissionais...
(Prefeito) - Perfeitamente...

Na cozinha da mansão. Lola (a governanta) está preparando um sanduíche.
Ela se vira para pegar uns pães e dá de cara com Hércules e sussura:
(Lola) - Madre mia si supieras! (abanando-se como se estivesse sentindo calor)
Hércules entende e agarra Lola.
(Hércules) - Si supieras que se!
Eles se beijam ardentemente. A mão direita de Hércules apalpa o seio de Lola como se apertasse um mamão maduro. Lola fala com Hércules:
(Lola) - Vamos para mi cuarto ahora, Hércules! Quiero mostrate unas cositas, queres ver?
(Hércules) - Sólo si vamos ya. Lola deliciosa!

40 minutos depois...

Já arrumado, Lola fala para Hércules:
(Lola) - Ya vas delicia?
(Hércules) - Tengo que ir, pero vuelvo para navegar en ese cuerpo que sabe a coco.
Os dois riem. Lola fica ruborizada.
Eles se despedem com um beijo ardente.

No dia seguinte, em São Paulo.


Shopping Frei Caneca - São Paulo

Carolina e Alexandre tomam um café antes de embarcarem para Nova Cabrobó.
(Carolina) - Estou arrasada com este dossiê!
(Alexandre) - Quer dizer então que Osvaldinho e Gercivaldo são dois bandidos, como sempre suspeitávamos!
(Carolina) - Sempre suspeitei da relação desses dois! (Ela para e pensa) Não sei como a minha mãe vai reagir quando souber de toda a verdade! E Ludmila? E tia Edviges? Estou com pena delas, Alexandre.
Alexandre pega na mão de Carolina, quando o seu telefone toca. No visor, Ana Paula.
(Alexandre) - Advinha quem é? 
Ele mostra o visor para Carolina.
(Carolina) - É melhor você atender e ouvir o que ela tem pra dizer...
(Alexandre) - Oi, Ana, tudo bem?
EM OFF
(Ana) - Oi querido, bom dia! Como está sendo sua estadia em Sampa? Conseguiu falar com o Lobo?
(Alexandre) - Você não soube? Lobo está morto!
(Ana) - Morto? Não acredito! Que tragédia! Que horror! E o dossiê, conseguiu recuperar?
Não vejo a hora de publicar esta matéria, Alex.
(Alexandre) - Eu também. Estarei de volta hoje à Nova Cabrobó!
(Ana) - Está bem. Vou buscá-los no aeroporto. Que horas chega o voo? Qual cia?
(Alexandre) - Às 16h, pela Asas do Nordeste.
Alexandre despede-se de Ana. Carolina não gostou dele ter contado o horário do voo.
(Carolina) - Você não estava desconfiado dela?
(Alexandre) - Ainda estou, mas, se ela fosse realmente um perigo, você não acha que alguma coisa já deveria ter acontecido com a gente aqui em São Paulo?
(Carolina) - É, você tem razão, mas ainda estamos aqui, por isso, todo cuidado é pouco.

EM NOVA CABROBÓ.
DENTRO DO SEU CARRO, ANA FALA AO TELEFONE.
(Ana) - Eles estão em São Paulo. O voo sai às 14h, o hotel é...

Perto dali, Tereza Cristina está deitada em um colchão velho de um quarto sujo, amordaçada e com uma venda nos olhos. Ela acorda com o barulho de alguém abrindo a porta do quarto. Entram três pessoas, ela reconhece o cheiro do perfume. Ela tenta falar, resmunga e tenta gritar. As três pessoas riem dela. Um deles tira a venda dos olhos. Ela assustada, arreganha os olhos.
(Tereza Cristina) - Você?




De volta a São Paulo. 
Alexandre e Carolina fazem check out no Hotel.
Após o check out, eles dirigem-se à saída onde um táxi já os espera. Um funcionário do hotel coloca suas malas no bagageiro. Eles entram no táxi. Cumprimentam o motorista e pedem para levá-los ao aeroporto de Guarulhos. No meio do caminho, o motorista para num posto de gasolina para abastecer. Após o abastecimento, o motorista sai do carro e vai até o caixa 24h. Quando o motorista está no caixa, dois homens entram no carro, apontam duas armas para Carolina e Alexandre e arrancam com o carro. De dentro do caixa 24h, o motorista faz uma ligação.
(Motorista) - As encomendas foram pegas.
(Ana Paula) - Perfeito.


colaboração especial: Analia Rodriguez

FIM DO DÉCIMO PRIMEIRO CAPÍTULO

De quem será o perfume e quem é a pessoa que Tereza Cristina reconheceu?
O que Osvaldinho e Gercivaldo vão fazer com Alexandre e Carolina após sequestrá-los em São Paulo?
O dossiê mais uma vez está em perigo, mas será que Lobo não o confiou a mais alguém?

Não perca, dia 24, próxima quarta, o décimo segundo capítulo de
OS CARAS DE PAU DA FÉ

ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS,
HISTÓRIAS OU FATOS, TERÁ SIDO, MERA COINCIDÊNCIA

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