quarta-feira, 12 de junho de 2013

O$ CARA$ DE PAU DA FÉ - DÉCIMO NONO CAPÍTULO

De Warlen Pontes

DÉCIMO NONO CAPÍTULO

No episódio anterior
http://tvabordoblog.blogspot.com.br/2013/06/o-cara-de-pau-da-fe-decimo-oitavo.html

No Hospital Lar da Saúde - Carolina acompanhada de sua mãe, Adelene e sua amiga, Ludmila. Entram no quarto, Alexandre, Rodrigo e Eduardo. Rodrigo beija Ludmila. Alexandre imediatamente olha para Carolina que está dormindo. Adelene cumprimenta os rapazes. Alexandre se vira para Ludmila.
(Alexandre) - Como ela está?
(Ludmila) - A gente não sabe direito.
(Eduardo) - Como assim não sabe direito?
(Ludmila) - O médico disse que ela teve um trauma muito grande! É uma situação típica de um stress muito forte.
(Alexandre) - Ela viu algo que a deixou traumatizada.
(Adelene) - Carol sempre foi uma minina muito sensívi. Qualquer coisa, ela chorava. Ultimamente ela mudou bastante, né Ludmila?
(Ludmila) - É verdade, mas isso que ela presenciou foi muito grave.
(Rodrigo) - E vocês desconfiam de alguma coisa?
(Alexandre) - Osvaldinho está envolvido nessa! Carolina descobriu algum segredo dele!
(Adelene) - Como assim, Alexandre? Segredo do meu lovinho?
Todos olham para Alexandre e ele percebe a gafe.
 (Ludmila) - Tia, a gente desconfia de umas coisas...
Adelene disfarça e confessa...
(Adelene) - Talvez vocês tenham razão.
Osvaldinho entra.
(Osvaldinho) - Quem tem razão, Adelene?
Todos olham para Osvaldinho.


foto: internet

NO capítulo anterior, Fernando, nosso personagem misterioso viu algo no precipício após o acidente de Tereza Cristina. Ele se aproxima e vê o corpo de Tereza Cristina todo ensanguentado. Vai até ele e constata que ela ainda está com vida. Ele liga para a emergência. Em 15min a ambulância chega ao local e leva o corpo de Tereza Cristina para um hospital. Os médicos querem levar Tereza para o principal hospital de Nova Cabrobó, mas Fernando paga uma boa grana pra eles levarem Tereza para o hospital da cidade vizinha e eles concordam.


foto: internet
Hospital Lar da Saúde

No quarto de Carolina, Osvaldinho, Adelene, Alexandre, Rodrigo, Eduardo e Ludmila. Adelene encara Osvaldinho.
(Adelene) - Se você tiver alguma coisa a ver com o que está acontecendo com a minha Carol...
Osvaldinho tenta falar, mas Adelene corta.
(Adelene) - Você vai se arrepender de ter me conhecido.
Ludmila entra na conversa.
(Ludmila) - Nós vamos conseguir tirar as suas máscaras!
(Osvaldinho) - Olha como você fala comigo, pirralha!
(Alexandre) - O que é seu está guardado, Osvaldinho Caruaru!
Osvaldinho não gosta do que Alexandre falou e se aproxima dele.
(Osvaldinho) - Jornalistazinho furreco! Quem é você para peitar Osvaldinho? Um nada!
Não gosto de você e não gostei do que ouvi. Não tenho medo de você! Agora, você?
(Ludmila) - Você o quê? Ele tem que temer a você?
(Adelene) - É melhor você se retirar, Osvaldinho.
Osvaldinho tenta reverter a situação com Adelene fazendo um carinho nela.
(Adelene) - Não toque em mim! Vá pra casa! Mais tarde a gente conversa.
Osvaldinho olha para todos, encara Ludmila e depois Alexandre.
(Osvaldinho) - Rodrigo e Eduardo, vocês estão muito mal acompanhados. Bem, então eu te espero em casa, minha lovinha. 
Osvaldinho se retira e fecha a porta. Logo em seguida, entra o médico, dr. Flávio.
(Dr Flávio) - É melhor todos saírem. A Carol está sedada e precisa de paz neste ambiente. Quem vai passar a noite com ela?
(Alexandre) - Eu passo.
(Eduardo) - Eu sou o namorado dela, doutor. Eu passo.
Adelene ri. Ludmila também.
(Adelene) - Como eu ia imaginar que um dia a minha fia ia ser disputada por dois homão desses? Hein, Lud?
Elas riem.
(Alexandre) - Eu sou o melhor amigo de Carol, dona Adelene.
(Eduardo) - Eu quero ficar com ela. Ela vai ficar feliz quando acordar e me ver.
(Ludmila) - Acho que quem deve decidir é o doutor Flávio.



Na Mansão de Osvaldinho.

No escritório, Osvaldinho e Gercivaldo.
(Gercivaldo) - Vamos embora, Osvaldinho. Já temos uma grana suficiente para dar no pé.
(Osvaldinho) - Aquela garota viu alguma coisa, Gê. Eu sei. Eu sinto.
(Gercivaldo) - Então, está na hora. Vamos embora! E lá no hospital? Como foi com o médico?
(Osvaldinho) - Um bundão! Não cedeu!
(Gercivaldo) - Tá vendo? Deveria ter pedido ao Hércules. Ele que é bom nessas coisas de sedução. Você tá se arriscando muito. Vamos embora!
Osvaldinho anda de um lado ao outro, para e pensa. O telefone de Osvaldinho toca. No visor: número restrito.
(Gercivaldo) - Quem é?
(Osvaldinho) - Número restrito.
(Gercivaldo) - Você não vai atender?
(Osvaldinho) - É melhor não.
(Gercivaldo) - Por quê?
(Osvaldinho) - Não é notícia boa.
(Gercivaldo) - Quer que eu atenda?
Osvaldinho decide atender.
(mistério) - Tá na hora da gente conversar, não acha?
(Osvaldinho) - Você?

FIM DO DÉCIMO NONO CAPÍTULO

E agora, quem ficará com Carolina no hospital, Alexandre, Eduardo, Adelene ou Ludmila?
De quem é o misterioso telefonema?
Tereza Cristina vai sobreviver?


Não perca, dia 19, o vigésimo capítulo de
O$ CARA$ DE PAU DA FÉ

ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS, 
HISTÓRIAS OU FATOS, TERÁ SIDO, MERA COINCIDÊNCIA.

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