O$ CARA$ DE PAU DA FÉ – DÉCIMO NONO CAPÍTULO

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De Warlen Pontes

DÉCIMO NONO CAPÍTULO

No episódio anterior
http://www.tvabordo.com.br/2013/06/o-cara-de-pau-da-fe-decimo-oitavo-capitulo.html


No Hospital Lar da Saúde – Carolina acompanhada de sua mãe, Adelene e sua amiga, Ludmila. Entram no quarto, Alexandre, Rodrigo e Eduardo. Rodrigo beija Ludmila. Alexandre imediatamente olha para Carolina que está dormindo. Adelene cumprimenta os rapazes. Alexandre se vira para Ludmila.
(Alexandre) – Como ela está?
(Ludmila) – A gente não sabe direito.
(Eduardo) – Como assim não sabe direito?
(Ludmila) – O médico disse que ela teve um trauma muito grande! É uma situação típica de um stress muito forte.
(Alexandre) – Ela viu algo que a deixou traumatizada.
(Adelene) – Carol sempre foi uma minina muito sensívi. Qualquer coisa, ela chorava. Ultimamente ela mudou bastante, né Ludmila?
(Ludmila) – É verdade, mas isso que ela presenciou foi muito grave.
(Rodrigo) – E vocês desconfiam de alguma coisa?
(Alexandre) – Osvaldinho está envolvido nessa! Carolina descobriu algum segredo dele!
(Adelene) – Como assim, Alexandre? Segredo do meu lovinho?
Todos olham para Alexandre e ele percebe a gafe.
 (Ludmila) – Tia, a gente desconfia de umas coisas…
Adelene disfarça e confessa…
(Adelene) – Talvez vocês tenham razão.
Osvaldinho entra.
(Osvaldinho) – Quem tem razão, Adelene?
Todos olham para Osvaldinho.


foto: internet



NO capítulo anterior, Fernando, nosso personagem misterioso viu algo no precipício após o acidente de Tereza Cristina. Ele se aproxima e vê o corpo de Tereza Cristina todo ensanguentado. Vai até ele e constata que ela ainda está com vida. Ele liga para a emergência. Em 15min a ambulância chega ao local e leva o corpo de Tereza Cristina para um hospital. Os médicos querem levar Tereza para o principal hospital de Nova Cabrobó, mas Fernando paga uma boa grana pra eles levarem Tereza para o hospital da cidade vizinha e eles concordam.


foto: internet
Hospital Lar da Saúde



No quarto de Carolina, Osvaldinho, Adelene, Alexandre, Rodrigo, Eduardo e Ludmila. Adelene encara Osvaldinho.
(Adelene) – Se você tiver alguma coisa a ver com o que está acontecendo com a minha Carol…
Osvaldinho tenta falar, mas Adelene corta.
(Adelene) – Você vai se arrepender de ter me conhecido.
Ludmila entra na conversa.
(Ludmila) – Nós vamos conseguir tirar as suas máscaras!
(Osvaldinho) – Olha como você fala comigo, pirralha!
(Alexandre) – O que é seu está guardado, Osvaldinho Caruaru!
Osvaldinho não gosta do que Alexandre falou e se aproxima dele.
(Osvaldinho) – Jornalistazinho furreco! Quem é você para peitar Osvaldinho? Um nada!
Não gosto de você e não gostei do que ouvi. Não tenho medo de você! Agora, você?
(Ludmila) – Você o quê? Ele tem que temer a você?
(Adelene) – É melhor você se retirar, Osvaldinho.
Osvaldinho tenta reverter a situação com Adelene fazendo um carinho nela.
(Adelene) – Não toque em mim! Vá pra casa! Mais tarde a gente conversa.
Osvaldinho olha para todos, encara Ludmila e depois Alexandre.
(Osvaldinho) – Rodrigo e Eduardo, vocês estão muito mal acompanhados. Bem, então eu te espero em casa, minha lovinha. 
Osvaldinho se retira e fecha a porta. Logo em seguida, entra o médico, dr. Flávio.
(Dr Flávio) – É melhor todos saírem. A Carol está sedada e precisa de paz neste ambiente. Quem vai passar a noite com ela?
(Alexandre) – Eu passo.
(Eduardo) – Eu sou o namorado dela, doutor. Eu passo.
Adelene ri. Ludmila também.
(Adelene) – Como eu ia imaginar que um dia a minha fia ia ser disputada por dois homão desses? Hein, Lud?
Elas riem.
(Alexandre) – Eu sou o melhor amigo de Carol, dona Adelene.
(Eduardo) – Eu quero ficar com ela. Ela vai ficar feliz quando acordar e me ver.
(Ludmila) – Acho que quem deve decidir é o doutor Flávio.



Na Mansão de Osvaldinho.



No escritório, Osvaldinho e Gercivaldo.
(Gercivaldo) – Vamos embora, Osvaldinho. Já temos uma grana suficiente para dar no pé.
(Osvaldinho) – Aquela garota viu alguma coisa, Gê. Eu sei. Eu sinto.
(Gercivaldo) – Então, está na hora. Vamos embora! E lá no hospital? Como foi com o médico?
(Osvaldinho) – Um bundão! Não cedeu!
(Gercivaldo) – Tá vendo? Deveria ter pedido ao Hércules. Ele que é bom nessas coisas de sedução. Você tá se arriscando muito. Vamos embora!
Osvaldinho anda de um lado ao outro, para e pensa. O telefone de Osvaldinho toca. No visor: número restrito.
(Gercivaldo) – Quem é?
(Osvaldinho) – Número restrito.
(Gercivaldo) – Você não vai atender?
(Osvaldinho) – É melhor não.
(Gercivaldo) – Por quê?
(Osvaldinho) – Não é notícia boa.
(Gercivaldo) – Quer que eu atenda?
Osvaldinho decide atender.
(mistério) – Tá na hora da gente conversar, não acha?
(Osvaldinho) – Você?


FIM DO DÉCIMO NONO CAPÍTULO



E agora, quem ficará com Carolina no hospital, Alexandre, Eduardo, Adelene ou Ludmila?
De quem é o misterioso telefonema?
Tereza Cristina vai sobreviver?


Não perca, dia 19, o vigésimo capítulo de
O$ CARA$ DE PAU DA FÉ

ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS, 
HISTÓRIAS OU FATOS, TERÁ SIDO, MERA COINCIDÊNCIA.

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