quarta-feira, 5 de junho de 2013

O$ CARA$ DE PAU DA FÉ - DÉCIMO OITAVO CAPÍTULO

De Warlen Pontes
DÉCIMO  OITAVO CAPÍTULO

No capítulo anterior:

No hospital Lar da Saúde em Nova Cabrobó.
Carolina teve que ficar internada no hospital. Ao seu lado na cama estão Adelene e Ludmila.
(Adelene) - Não me conformo de ver minha minina assim, Ludmila, não me conformo!
(Ludmila) - Ela viu alguma coisa muito grave, tia! 
(Adelene) - O que pode de ter acontecido, Lud? O que ela viu que deixou ela assim, chocarada?
(Ludmila) - Ahn? Não entendi, tia.
(Adelene) - Chocarada, fia, de choque mesmo! (Ela para e pensa)
(Ludmila) - O que foi tia? A senhora sabe de alguma coisa?
(Adelene) - Quando eu entrei no escritório de Osvaldinho, eles estava muito estranho e depois, saíram de fininho. Você não percebeu?
(Ludmila) - Percebi, sim. A senhora não acha tudo muito estranho? 
(Adelene) - Acho, sim. Às vez, fico começando a pensar em tudo que a minha Carol diz...
(Ludmila) - Em que, por exemplo, tia?
Ela desconversa. Carolina abre aos poucos os olhos. Ludmila fica intrigada com a observação de Adelene. 
(Adelene) - Carol, fia, tá me ouvindo?
Carolina olha para a mãe e depois olha para Ludmila. Uma lágrima escorre pelo seu rosto.
(Ludmila) - Amiga, fala com a gente. Você consegue?
Outra lágrima escorre pelo rosto de Carolina.
(Adelene) - Carolzinha, meu amor, fale com a mainha, fale!
(Ludmila) - Vamos tentar que ela mexa alguma coisa, ahn... Carol, eu vou fazer uma pergunta e você me responde com a mão, pode ser?
Carol aperta a mão de Ludmila com força. Adelene e Ludmila abrem um sorriso de satisfação.
(Adelene) - O que você viu naquele escritório, Carol? Alguma coisa ligada a Osvaldinho?
Carol aperta a mão de Ludmila com muita força.
(Ludmila) - Era o que eu desconfiava...




No escritório da Mansão de Osvaldinho

Osvaldinho, Gercivaldo, Ana Paula (editora do jornal) e dois capangas de Osvaldinho conversam.
(Osvaldinho) - Quer dizer então que achamos a vaca da minha maninha?
(Ana Paula) - Ela está escondida na casa de uma amiga. O nome é Gerusa.
(Osvaldinho) - A velha Gerusa! Eu conheço aquela velha desgraçada! Ela é muito rica. Vamos com muito cuidado.
(Gercivaldo) - Eu sei que é clichê dizer isso, mas todo cuidado é pouco. 
(Osvaldinho) - Onde está Hércules?
Eles conversam sobre o plano. Lola fica atrás da porta tentando ouvir. Hércules a surpreende com um abraço apertado. Lola fica assustada. Hércules puxa Lola pelo braço e a leva até a cozinha.
(Hércules) - Por qué estabas con la oreja atrás de la puerta?
(Lola) - Estaba atenta. Se el patroncito me llama cómo voy a escucharlo?
Hércules olha incrédulo.
(Hércules) - Muy estranho.
(Lola) - Es verdad, delicia.
Eles se beijam intensamente.
(Hércules) - Tengo que ir. Estoy muriendo de ganas de tus melones, de esas curvas deliciosas!
(Lola) - Yo también.
Hércules após dar outro beijo intenso em Lola, retira-se.


foto internet

Gerusa e Tereza Cristina saem da Fazenda rumo à Mansão de Osvaldinho. Gerusa em sua caminhonete e mais dois carros logo atrás, seus seguranças.
(Gerusa) - Tereza, minha amiga, com Osvaldinho não se brinca. Aquele homi é perigoso, por isso, meus seguranças estarão logo atrás da gente. 
(Tereza) - Estou com um pressentimento ruim, Gê.
(Gerusa) - Fique trankis, Tetê. Tudo vai dar certo. Osvaldinho tá fufu!
Elas dão gargalhadas. Quando elas entram nessa estrada perigosa (foto internet) um caminhão com um carregamento de frangos fecha a estrada. Gerusa nervosa, buzina bem alto. Atrás delas e dos seguranças são avistados quatro captivas pretos. Gerusa não gosta e passa o caminhão de frangos. Logo em seguida, um dos carros da segurança também passa pelo caminhão de frangos e dois captivas pretos. Um outro carro da segurança de Gerusa fica preso com dois captivas pretos. Gerusa percebe e arranca mais rápido com a sua caminhonete.
(Gerusa) - Tetê, seu pressentimento era real. A gang de Osvaldinho está logo atrás.
(Tereza) - E agora, Gê. (assustada)
(Gerusa) - Se segura, porque vem emoção.
Começa uma perseguição entre essas longas e perigosas curvas de terra. Tiroteios entre as captivas e os seguranças de Gerusa. Um dos tiros acerta o pneu do carro dos seguranças que despenca precipício abaixo e uma explosão acontece quando o carro cai.
(Gerusa) - Meu Deus, tenha misericórdia das nossas vidas! Eu prometo, se eu sair dessa, nunca mais eu pego aquele vizinho gostoso, marido da minha melhor amiga!
(Tereza) - O que você disse, Gê?
(Gerusa) - Ele é muito gostoso! Irresistível! Mas se Deus me livrar dessa, eu juro, fico santa! Casta!
(Tereza) - Pai amado ouça a oração da sua serva.
Os captivas continuam na perseguição e acertam vários tiros no blindado de Gerusa.
(Tereza) - Ainda bem que este carro é blindado. 
(Gerusa) - Pra derrubar nós, vai suar bastante, fia!
(Tereza) - Amém!
Mas um tiro acerta um pneu. Gerusa perde o controle da sua caminhonete que rodopia na estrada e capota quatro vezes. O carro fica à beira de um precipício. Dentro do carro, Gerusa e Tereza Cristina sangram na cabeça.
(Tereza) - Vamos sair daqui, Gerusa!
Tereza Cristina percebe que Gerusa está desacordada. Os captivas pretos param perto da caminhonete. Um vidro preto desce aos poucos. Uma arma é apontada para a caminhonete de Gerusa. Tereza Cristina vê pelo vidro retrovisor. Com o impacto do tiro, o carro começa a descer lentamente ladeira abaixo e depois dá três capotadas. De lá de cima, quatro homens de preto observam o carro explodir. Logo atrás deles, a mercedes benz prateada de Osvaldinho para. 
(Osvaldinho) - Vai com Deus, mana! Pena que esse foi o seu fim. Deveria ter me amado mais, me ouvido mais. Saudades eternas! Próxima parada, Hospital Lar da Saúde. Vamos cuidar da saúde de Carol. 
Ele ri sarcasticamente e sai da estrada cantando pneu.


Dez minutos depois...
O honda civic vermelho aparece de novo. Fernando, nosso personagem misterioso, sai do carro.
(Fernando) - Por que você se foi, Tereza Cristina? Queria pegar Osvaldinho junto com você, meu amor.
O Sol começa a baixar, mas Fernando vê algo naquele precipício.


Colaboração: Analia Rodriguez

FIM DO DÉCIMO OITAVO CAPÍTULO

Fernando e Tereza Cristina tiveram um romance?
O que ele viu no precipício?
Será que Osvaldinho resolveu seus problemas de vez com a morte de Tereza Cristina?
Carolina vai se recuperar a tempo de revelar a Adelene e Ludmila o que viu naquele escritório?


Não perca, dia 12, próxima quarta, o décimo nono capítulo de 
O$ CARA$ DE PAU DA FÉ


ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO
QUALQUER SEMELHANÇA COM PESSOAS, 
HISTÓRIAS OU FATOS, TERÁ SIDO, MERA COINCIDÊNCIA.

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