Os Kern, família autossuficiente de Santa Catarina, é matéria do Globo Rural

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Descendentes de alemães, os Kern, produzem praticamente tudo o que precisa para se alimentar

Os Kern
Foto: Neide Duarte visita o sítio da família Kern. Crédito: Globo/Divulgação

Uma família autossuficiente, que produz praticamente tudo o que precisa para se alimentar. Esse é o caso dos Kern, descendentes de alemães que vivem em um sítio na cidade de São Carlos, oeste de Santa Catarina.

Kern

O ‘Globo Rural’ deste domingo, dia 25, conhece o casal Waldemir e Zuleica e seus dois filhos, Davi e Luiza. Eles são a quarta e a quinta geração de uma família que produz alimentos como arroz, feijão e leite para consumo próprio. “Eles vão apenas uma vez por mês ao mercado. São cerca de R$ 100 para adquirir outras coisas, como café, açúcar e farinha de trigo”, explica a repórter Neide Duarte, que passou cinco dias documentando a rotina dos Kern.

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Para atingir a autossuficiência, a família conta com entidades e órgãos do governo, que colaboram com ajuda técnica. Uma das inovações instaladas no sítio é a produção em formato de mandala, composta por uma horta com canteiros circulares e um galinheiro no centro, que aumenta a produtividade. Além disso, a família consegue cerca de 120 litros de leite por dia com a criação de 15 vacas, o que garante a produção de queijo, manteiga e outros derivados. “O sistema dá certo porque a família trabalha em harmonia total. Além de se ajudarem, todos sabem como tudo vai ser gasto ou consumido”, explica Neide Duarte.

O ‘Globo Rural’ vai ao ar aos domingos, depois de ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’.

Vem aí, ‘Carcereiros’ – entre grades e cadeados

A certeza de mais um dia que nasce não basta na vida de quem está sempre convivendo com o perigo, com a pressão, com a dor humana e com dilemas morais. A partir do momento em que pisa na penitenciária Vila Rosário, Adriano Araújo (Rodrigo Lombardi) encara uma realidade bruta que, por vezes, parece até ficção. Com a autoridade de um carcereiro que tem anos de história dentro do sistema prisional, esse homem tem as chaves dos cadeados nas mãos e a força da palavra na língua, algo fundamental para lidar com a rotina instável e de constante ameaça daquele lugar.

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