Em janeiro, Otaviano Costa estreia ‘Tá Brincando’, nas tardes de sábado da Globo

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Tá Brincando

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foto Instagram Otaviano Costa

Já pensou em desafiar Edinho, 63 anos, que fez parte do Fluminense quando o time ficou conhecido como Máquina Tricolor nos anos 1970? E competir com Sidney Magal, 68 anos, para saber quem conhece mais músicas? E jogar com Ubiraci da Costa, o Biriba, que aos 73 anos é um mestre no tênis de mesa? Para todas essas perguntas, há apenas uma resposta: ‘Tá Brincando’.

Tá Brincando

Essa é a expressão que vai ganhar as tardes de sábado da Globo e dá nome ao novo programa de Otaviano Costa, que estreia no dia 5 de janeiro de 2019. Com direção geral de Adriano Ricco e roteiro final de Raquel Affonso, o programa propõe uma interação entre gerações que promete inspirar o público através de jogos, desafios, quadros divertidos e histórias emocionantes. “É a realização de um sonho. O ‘Tá Brincando’ é um programa que engloba tudo que eu acredito: é popular, bonito, tem um palco excepcional, plateia, além de ter como diferencial a inspiração”, conta Otaviano.

No palco de seu novo programa, Otaviano Costa comanda um game em que dois jovens entre 20 e 35 anos aceitam encarar três desafios contra um ‘Super Time’: cinco pessoas na faixa dos 60 anos ou mais, que são masters em suas áreas de atuação.  As competições vão de provas físicas a testes de conhecimento sobre assuntos variados, como TV e música. A cada prova vencida, a dupla de desafiantes ganha R$ 5 mil. Podendo, portanto, levar um prêmio total de até R$ 15 mil ao final de cada episódio.

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Atrações nacionais e internacionais

O ‘Tá Brincando’ também abre espaço para um grande show de talentos e recebe atrações nacionais e internacionais, de todas as idades, para mostrarem sua arte. Por meio de quadros e histórias que são verdadeiras lições de vida, o programa dá a oportunidade de pessoas reviverem momentos especiais do passado, em homenagens surpresas conduzidas por Otaviano. E o apresentador entra na brincadeira ao ser desafiado a encarar aventuras com muita adrenalina ao lado de convidados que levam a vida aparentemente de forma pacata, mas que têm como hobby atividades impressionantes. “Estamos fazendo um programa para toda a família, que mistura gerações no palco e fora dele e mostra que a idade não é limitadora”, afirma Adriano Ricco, diretor-geral da atração.

O ‘Super Time’

A cada episódio, um ‘Super Time’ é formado por cinco pessoas na faixa dos 60 anos e que são reconhecidas em suas áreas de atuação, como esportes, música e televisão. Três deles são desafiados pelos participantes. O time varia a cada programa, e as provas são de acordo com as especialidades dos convidados. “Escolhemos para compor o ‘Super Time’ pessoas que se destacaram em diferentes esportes, que têm em sua história uma carreira brilhante, venceram competições e ganharam medalhas ao longo da vida. Muitos deles começaram no esporte ainda jovens, mas há casos de pessoas que entraram nas atividades já na maturidade. Também teremos outras especialidades, como música e televisão”, explica Raquel Affonso, redatora-final do programa.

Conheça os participantes do ‘Super Time’:

Sidney Magal, 68 anos – Completou 50 anos de carreira na música. Nascido em uma família de artistas, Sidney Magal começou cantando em casas noturnas. Nos anos 1970, ficou conhecido pelo ritmo romântico e sensual de suas músicas.

Artur Xexéo, 67 anos – Jornalista cultural, trabalha no jornal O Globo desde 2000 e atualmente é comentarista no programa Estúdio i, da GloboNews. Além do trabalho como repórter e colunista, é também tradutor e roteirista teatral.

Hortência Macari, 59 anos – Um dos principais nomes do basquete feminino do Brasil. Começou a carreira em 1973 jogando no São Caetano. Fez parte da Seleção Brasileira por quase 20 anos, onde ficou conhecida nacional e internacionalmente.

Bernard, 61 anos – Estreou aos 17 anos na seleção brasileira masculina de vôlei e participou de três Jogos Olímpicos: Montreal (1976), Moscou (1980) e Los Angeles (1984). Na década de 1980 ficou conhecido por ter inventado o saque Jornada nas Estrelas. 

Edinho, 63 anos – Ex-jogador e ex-treinador de futebol. Na década de 1970, fez parte do Fluminense quando o time ficou conhecido como Máquina Tricolor. 

Reginaldo Leme, 60 anos – Jornalista esportivo, trabalha desde 1972 em coberturas de Fórmula 1. Além do automobilismo, participou como jornalista de três Copas do Mundo.

Marcel, 61 anos – Começou a jogar basquete aos cinco anos, e aos 16 entrou na seleção brasileira. Participou de quatro Jogos Olímpicos: Moscou (1980), Los Angeles (1984), Seul (1988) e Barcelona (1992).

Rui Chapéu, 78 anos – Estreou no bilhar aos 12 anos. Cinco anos mais tarde, já ganhava de todos na cidade onde vivia. Interrompeu a carreira na sinuca por alguns anos e, aos 34, voltou a jogar vencendo todos os seus desafiantes. Atualmente se apresenta pelo Brasil mostrando seu talento na mesa de sinuca.

Ubiraci da Costa, 73 anos – Conhecido como Biriba, é considerado o maior nome do tênis de mesa brasileiro. Contabiliza mais de 400 medalhas e 200 troféus ao longo da carreira.

Emiko Takatatsu, 74 anos – Jogadora de tênis de mesa, já ganhou ao longo da carreira mais de 500 medalhas em competições do esporte.

Patrícia Medrado, 62 anos – Ex-tenista profissional, Patrícia conquistou a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de 1975, no México, e alcançou o feito de estar entre as dez melhores duplistas do mundo.

Hedla Lopes, 60 anos – Triatleta. Entre outros títulos, foi campeã Olímpica Master nos 800m livre na Dinamarca em 1989, e campeã e recordista Latino-Americano e do Caribe de Master de Natação em 1999. Aos 45 anos, aprendeu a andar de bicicleta, quando entrou para o triátlon.

Adelia Almeida, 63 anos – Joga dardo desde 1984 e já foi campeã em diversas competições, como o Open Rio em 1990.

Gislaine Castro, 62 anos – Começou a praticar o Cross Fit aos 58 anos. Este ano, ficou em primeiro lugar entre os sul-americanos no campeonato mundial da modalidade em sua categoria.

Waldemar Trombetta, 64 anos – Trombetinha, como é conhecido, começou a remar aos 19 anos. Já participou dos Jogos Olímpicos de Munique (1972) e Seul (1988), além de dois Pan-Americanos.

Servílio, 70 anos – Foi o primeiro brasileiro a conquistar uma medalha olímpica no boxe. Iniciou na modalidade em 1960, aos 12 anos, após ver o ídolo Éder Jofre como campeão mundial de boxe.

Roberto Carvalho, 73 anos – Como fisiculturista, ganhou seu primeiro título na modalidade em 1973. Já disputou campeonatos na Colômbia, no Peru e no Texas.

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Os quadros do Tá Brincando

Os Impressionantes – Gravado em locações externas, apresenta três personagens que estão na maturidade e levam uma vida aparentemente pacata. Otaviano Costa acompanha o dia dos personagens sem saber quais são oshobbies dos entrevistados. Ao final da conversa, o apresentador é levado para praticar atividades com muita adrenalina com os convidados.

Valeu a pena – O quadro apresenta personagens que estão afastados de atividades que fizeram parte de suas vidas durante muitos anos por conta da idade. O apresentador faz uma homenagem ao levá-los para reviver o passado.

Tá todo mundo brincando – Otaviano Costa empresta o palco do programa para um grande show de talentos com atrações de todas as idades de diferentes partes do mundo.

Entrevista com o apresentador Otaviano Costa

foto Instagram Otaviano Costa

Como é gravar seu primeiro programa solo na Globo?

É uma grande realização. Estou como um garoto que conseguiu construir seu próprio brinquedo ao lado de muita gente talentosa e competente. É uma viagem gigantesca de emoções. Há muito tempo eu sonhava em ter isso novamente em minha vida. O programa traz em seu DNA principal um novo olhar sobre as pessoas mais velhas, que têm espírito jovem, com muita energia, alto astral e lindas histórias de superação, para inspirar a todas gerações!

Quais os diferenciais do ‘Tá Brincando’?

Temos um game, o “Desafio Master”, que mostra disputas acirradas e emocionantes entre diferentes gerações. O programa também traz quadros que seguem a linha intergeracional e contam histórias incríveis e surpreendentes. Acredito sinceramente que o público merecia algo assim e estou muito feliz de estar fazendo parte disso.

Qual a sua expectativa para a estreia?

A melhor possível. Desejo que as pessoas assistam de coração aberto e curtam cada detalhe, assim como eu estou curtindo. Espero que se emocionem como me emocionei em vários momentos, desde a criação até as gravações. Estou realmente muito feliz e realizado. Vinha sentindo uma cobrança carinhosa e muito grande nas ruas e nas redes sociais, pela minha volta à TV, desde que saí do Vídeo Show. Agora volto ao ar e louco para retomar o contato com meu maravilhoso público.

Como é a interação com a plateia?

Eu gosto de chamar de torcida. E neste ambiente do ‘Tá Brincando’ o nome caiu muito bem. Eu adoro interagir com a plateia, brinco demais com eles. Fico no estúdio durante os intervalos falando com eles, gosto de deixá-los conectados a mim. A plateia é sempre vibrante, me dá a energia que sempre devolvo com prazer. 

Como está sendo a interação com o ‘Super Time’? Aprende algo com eles?

Olha… que experiência fantástica eu tive ao poder conviver com os convidados do ‘Super Time’. Quando começamos a preparação, fizemos os laboratórios das provas nos estúdios, antes da montagem do cenário, e tive a chance de conhecê-los mais profundamente. Neste caso vou falar especialmente do “Biriba”, porque ele é uma síntese exata de todos esses “Masters”. Ele tem 73 anos, já foi muito fera no tênis de mesa, é um vencedor, ainda joga muito, é respeitadíssimo no meio, é divertido, emotivo, batalhador. Já sofreu na vida, mas também superou os seus desafios e hoje vive com alegria. Só de saber que ele está se sentindo bem, conosco no programa, já me faz muito bem. E eu acho que é essa a sensação que o público vai sentir ao assistir ao programa.

Você vai interagir com diferentes gerações no programa. O que ganha com isso pessoalmente?

A felicidade que os personagens transbordam é fantástica, tanto no palco como nas externas. É inspiração e transformação em um programa de entretenimento, feito para diversão de toda a família.

O que mais marcou você entre os 20 e 30 anos? E como se imagina aos 60?

Aos vinte e poucos com certeza foi a vida em São Paulo, onde já estava morando sozinho desde os 15 anos, longe da família e dos amigos que moravam em Cuiabá. A época também foi importante, porque foi quando realizei minhas primeiras conquistas profissionais significativas. Sempre muito feliz, porque já tinha a certeza de que havia feito a escolha certa como artista. Para o futuro, tenho como espelho pessoas da minha própria família, parentes que viveram e outros que ainda vivem e estão próximos dos 100 anos, como um tio-avô querido, chamado Ronaldo. E todos sempre bem-humorados, para cima e divertidos. Acredito que seguirei no mesmo caminho. Meus pais são assim também. A alegria é importante para tudo. O bom humor deixa tudo mais fácil, leve e não tenha dúvida: sorrir é a melhor coisa da vida.

Com estreia marcada para o dia 05 de janeiro de 2019, ‘Tá Brincando’ tem apresentação de Otaviano Costa, direção geral de Adriano Ricco e roteiro final de Raquel Affonso.

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