II Painel Temático Circuito Teatro do Oprimido Petrobras

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II Painel do Teatro do Oprimido discute o tema – Humanizar a Humanidade
Teatro do Oprimido
foto Hugo Lima
Antecipando a celebração do Dia Mundial dos Direitos Humanos, o painel discute o fazer teatral alinhado as temáticas de Direitos Humanos

O II Painel Temático Circuito Teatro do Oprimido Petrobras: Humanizar a Humanidade, que acontecerá no dia 8 de dezembro, sábado, das 15h às 20h, na Av. Mem de Sá, 33, Lapa, com entrada franca, antecipa as celebrações do Dia Mundial dos Direitos Humanos (10 de dezembro) para discutir o fazer artístico teatral alinhado as temáticas de Direitos Humanos. A ideia é também debater, de forma artística e lúdica, temáticas de gênero, etnia, direitos da juventude. Por isso a participação da sociedade é fundamental.

Os painéis temáticos que integram as atividades do Circuito Teatro do Oprimido Petrobras, no período 2018/2020, visam a troca de saberes a partir do protagonismo dos integrantes dos 10 grupos populares participantes do Circuito: jovens, mulheres, negros e negras, LGBTs e as questões que os atravessam.

Teatro do Oprimido

O Teatro do Oprimido, método sistematizado pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal, tem como principal objetivo a democratização dos meios de produção artísticos para que oprimidas e oprimidos se apropriem e, com isto, construam alternativas concretas para a superação de opressões reais do cotidiano. A temática dos Direitos Humanos dialoga diretamente com o Teatro do Oprimido, pois nosso fazer artístico preconiza o resgate da humanidade dos indivíduos para a transformação do real.
“O ser torna-se humano quando descobre o teatro.” – Augusto Boal
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Programação das 15h às 20h:
– Chegança: recebimento dos grupos e convidadas;
– Fala de representante do II Painel Temático Circuito Teatro do Oprimido Petrobras;
– Fala de Antonio Pedro Soares, representante da Comissão de Diretos Humanos da ALERJ;
– Apresentação da peça de Teatro-Fórum “Nega ou Negra” do Coletivo Madalena-Anastácia;
– Roda de Conversa “Direitos Humanos, Racismo e Machismo” com Carol Netto, mestranda em relações étnico raciais, Cacique Jurema Nunes de Oliveira, acompanhada da vice-Cacique Lucina-Poty e do ex vice-Cacique Miguel Mirim, da Aldeia Guarani Myba Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’ aguy Hovy Porã), Maricá/RJ;
– Performance teatral “Tá tudo errado” do GTO Ponto Chic;
– Apresentação da peça de Teatro-Jornal “Questão de gosto” do GTO Pantera;
– Roda de Conversa “Direitos LGBT” com o GTO Pantera e Fil Carvalho, integrante do Coletivo Bixas Pretas, é dai?;
– Grupos do CTO oferecem um presente estético;
– Show da cantora Bárbara Assis;
– Sarau.

PARTICIPANTES

Coletivo Madalena-Anastácia – Criado em 2015, no Rio de Janeiro, o Coletivo discute, através de suas produções artísticas, as opressões que articulam gênero e raça e desafiam a vida das mulheres negras. Criado por Bárbara Santos e formado por mulheres negras, o Madalena-Anastácia integra a Rede Ma(g)dalena Internacional, composta por grupos feministas da América Latina, Europa e África e é associado ao Centro de Teatro do Oprimido.
A carreira internacional do grupo inclui I Festival Ma(g)dalena Internacional, Puerto Madryn, Argentina, 2015; IV Encontro Internacional de Teatro do Oprimido, Matagalpa, Nicarágua, 2016; e II Festival Ma(g)dalena Internacional, Berlim, Alemanha, 2017. Por meio de oficinas, seminários, palestras, laboratórios de criação artística, o Coletivo segue em direção a movimentos sociais, organizações e espaços de expressão para mulheres, onde possam refletir sobre a especificidade de suas opressões, se fortalecendo na luta para ampliação de direitos conquistados. No currículo do grupo estão os espetáculos “Consciência do Cabelo aos Pés” (2015) e “Nega ou Negra?” (2016).

GTO Pantera

O Pantera propõe um espaço de pesquisa, a partir do método criado por Augusto Boal, para o desenvolvimento de ações contra as opressões que a comunidade LGBT de favela sofre diariamente. A ação foi contemplada pelo Edital Plano de Autonomia Territorial – PAT do programa Caminho Melhor Jovem da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, contando com a parceria do Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas e da Redes de Desenvolvimento da Maré e o apoio do Centro de Artes da Maré. O GTO Pantera é grupo associado ao Centro de Teatro do Oprimido.

GTO Ponto Chic

O Coletivo de Teatro do Oprimido Jovens de Ponto Chic, surgiu em 2017, após o Projeto Territórios Culturais/Favela Criativa. O Grupo é formado por jovens do bairro de Ponto Chic, em Nova Iguaçu, que tem como premissa debater as opressões sofridas por jovens daquela região através da Estética do Teatro do Oprimido.  O GTO Ponto Chic é grupo associado ao Centro de Teatro do Oprimido.

Comissão de Direitos Humanos

Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) – A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania é uma das 20 comissões permanentes da Assembleia Legislativa que analisam os projetos de lei propostos pelos deputados antes de eles serem votados no plenário. A comissão também realiza audiências públicas, que reúnem representantes do governo, especialistas e vítimas de violações. O objetivo é promover amplos debates e propor soluções para problemas relativos a defesa dos Direitos Humanos. Todos os anos, a equipe publica um relatório de prestação de contas do trabalho realizado e dos temas tratados. A gestão atual da Comissão é do PSOL.
GTO = Grupo de Teatro do Oprimido. Os GTOs são grupos associados ao Centro de Teatro do Oprimido.

SERVIÇO

Enfim, o local: Av. Mem de Sá, 33, Lapa, Rio de Janeiro
Telefone para informações: 2232-5826
Data: 8 de dezembro, sábado, das 15h às 20h
ENTRADA FRANCA
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