Grêmio é tricampeão da Copa Libertadores da América

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A América veste azul, branco e preto. O Grêmio não tomou o menor conhecimento do Lanús, venceu com muita autoridade por 2 a 1 e conquistou a Libertadores pela terceira vez em sua história.

Grêmio conquista Libertadores
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Os gols foram marcados ainda no primeiro tempo por Fernandinho e Luan. O segundo, um golaço digno de placa do camisa 7 tricolor. Os cinco mil gremistas que estiveram na Argentina fizeram a festa e calaram os mais de 40 mil argentinos presentes no La Fortaleza.

Grêmio dá aula de futebol

O Grêmio deu um pontapé no regulamento e entrou em campo como se precisasse do resultado para ser campeão. Com um futebol envolvente, uma marcação alta e o domínio total da posse de bola, o Imortal se manteve melhor em campo durante todo o tempo e deu ‘uma aula de futebol’ ao Lanús, que praticamente não atacou no primeiro tempo, salvo uma chegada nos momentos da etapa inicial.

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Fernandinho

O primeiro gol saiu de um vacilo do Lanús. Fernandinho conseguiu uma roubada de bola no meio-campo e correu sozinho em direção ao gol. Cara a cara com Andrada, o atacante soltou o pé e abriu o placar no La Fortaleza. A partir daí o que estava tranquilo ficou ainda mais fácil. Rodando a bola e com poucos erros, Luan, o craque da equipe, entrou em cena.

Luan

Lançado pelo lado esquerdo, o atacante driblou três adversários e tocou por cobertura em Andrada, que apenas viu o segundo gol do Grêmio acontecer. Administrando a vantagem com qualidade de futebol, o Imortal deixou o tempo passar no segundo tempo e nem mesmo a lesão de Arthur, que saiu de campo machucado no início da etapa complementar, abalou o estilo de jogo dos gaúchos.

O Susto

Aconteceu na metade do segundo tempo, quando Jaílson cometeu pênalti. Sand cobrou com categoria, sem chances para Marcelo Grohe. Porém, mesmo com o gol argentino, o Grêmio manteve a postura em campo mesmo mais recuado, mas não sofreu grande pressão. Na reta final da partida, Ramiro se envolveu em um entrevero no meio-campo, recebeu o cartão amarelo e em seguida o vermelho. Precisando ainda de dois gols, o Lanús pouco fez e viu a festa brasileira em seu estádio.

Renato mais Gaúcho do que nunca

O maior ídolo da história do clube pelos feitos na Libertadores e o Mundial de 1983, Renato Gaúcho, tirou o tricolor da fila (15 anos sem títulos de expressão), com a Copa do Brasil do ano passado e, agora, como técnico, brilha no olimpo dos maiores da história. Ele quebra mais um paradigma e torna-se o primeiro brasileiro campeão da Libertadores como jogador e treinador.

Grêmio
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