O difícil mercado de sorvetes no Brasil é tema do ‘PEGN’

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‘Pequenas Empresas Grandes Negócios’: o consumo de sorvete no país ainda é pequeno se comparado com o de outros países, independente da estação do ano

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foto Divulgação Globo

Parte da região sudeste do Brasil vai experimentar alguns dias mais frios na próxima semana, um sinal de que o outono está ganhando força. Com o clima mais ameno, os brasileiros vão de chá ou de sorvete? Segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvete (Abis), o consumo da sobremesa no país ainda é pequeno se comparado com o de outros países, independente da estação do ano. São 5,4 litros por ano, por pessoa, contra os 28,3 litros consumidos pela Nova Zelândia, país caracterizado pelo clima mais frio. Essa barreira cultural no consumo de sorvetes é tema do ‘Pequenas Empresas Grandes Negócios’ deste domingo, dia 20, que mostra o empenho dos fabricantes brasileiros em investir em qualidade, redução de custos e inovação, além de reafirmar o sorvete como um alimento importante como qualquer outro.

Sorvete

O programa conhece uma sorveteria de São Paulo que inaugurou há menos de um ano e vende mais de 1.200 sorvetes em um final de semana. O segredo, segundo o empresário Manoel, foi a inovação: o serviço passou a oferecer sorvete numa nuvem feita de algodão doce, que é desenvolvida no Japão. Foram necessários R$ 200 mil para abrir a primeira unidade do negócio, que já conta com uma franquia e deve atingir dez unidades até o fim do ano. A inovação também foi a chave de sucesso para Emerson, que fez cursos na Itália e nos Estados Unidos para oferecer um sorvete com visual e preparo inusitados. A estratégia foi utilizar uma pedra a -20ºC, que deixa o sorvete mais cremoso e permite que o cliente faça diferentes combinações. A ideia já conta com 80 unidades em todo o país.

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Por outro lado, um mercado que tem demanda o ano inteiro e pode chegar a 24 milhões de unidades por mês é o de conserto de celulares. De olho nesses números, o ‘PEGN’ apresenta um grupo de empresários que abriu uma escola profissionalizante de assistência técnica para os aparelhos. O negócio, que começou em uma sala pequena, passou a ocupar um prédio inteiro numa das ruas mais caras e movimentadas de São Paulo, a Santa Ifigênia, especializada em comércio de eletrônicos. Com um cronômetro, o professor incentiva os alunos a baixar o tempo de trabalho e até a trazer celulares de clientes para consertar na escola, com ajuda dos profissionais. Praticamente um terço dos alunos vem de fora do estado e, por isso, o negócio já virou franquia e pretende chegar a outros lugares do Brasil.

O ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’ vai ao ar aos domingos, logo após o ‘Antena Paulista’, em São Paulo, e depois do ‘Globo Comunidade’, no restante do Brasil.

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