The Voice Brasil: “Audições às Cegas” continuam a todo vapor

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No terceiro programa de ‘ Audições às Cegas ‘, o palco da atração recebeu uma pluralidade de ritmos e culturas

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foto Maurício Fidalgo

A disputa pelo grande sonho continua e outras nove vozes garantiram a permanência no ‘The Voice Brasil’ na noite desta terça-feira, dia 24. Durante o terceiro programa de ‘Audições às Cegas’, o palco da atração recebeu uma pluralidade de ritmos e culturas. Tai Chiaro, Andressa Hayalla, Guipson Pierre, Ramon Nascimento, Dreicon, Gabriê, Lílian Menezes, David Nascimento e Micaella Marinho foram selecionados por Carlinhos Brown, Lulu Santos, Michel Teló e Ivete Sangalo.

Audições às Cegas

Além das apresentações, uma homenagem a Carlinhos Brown arrancou lágrimas do técnico veterano e mostrou que o sonho de menino o transformou num grande artista brasileiro, reconhecido no mundo inteiro. “Você é um gigante. Um cara idolatrado na Europa, indicado ao Oscar, vencedor do Grammy. E você tem uma simplicidade que nos comove e nos inspira. Você fala de músicas que já fez e com quem você já tocou e a gente se surpreende com o seu tamanho. E você é nosso. A gente tem um orgulho enorme de ter você aqui como técnico”, elogiou Tiago Leifert. Dos onze candidatos que se apresentaram, Rafael de Lazare e Pam Steebler não passaram para a próxima fase, mas tiveram a chance de mostrar seu talento para todo o Brasil.

Mas de quem são as vozes que surpreenderam os técnicos do ‘The Voice” na noite desta terça-feira, dia 24?

Audições às Cegas

Tai Chiaro – Time LULU

“I Kissed a Girl” foi a música que Tai, de 27 anos, natural de Cabo Frio (RJ), escolheu para iniciar a trajetória no ‘The Voice’ e abrir as audições às cegas.

A relação com a música: A música é minha vida, minha inspiração e meu ganha pão. Trabalho com música e com minha banda há 8 anos, mas canto em grupos desde os 17. Tocamos em bares, festas particulares, festivais… em tudo! Ano passado lancei meu primeiro álbum autoral. Sou loucamente apaixonada pelo que eu faço.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: De certa forma, minha família me influenciou porque o meu pai sempre foi muito musical. Ele me apresentava bandas e artistas experimentais, que me inspiraram e me inspiram até hoje. Tenho uma prima que tocava na noite e eu achava aquilo o máximo.

A carreira de Tai Chiaro:Tentei moda, trabalhei por diversos anos em lojas, shopping, mas nada que me trouxesse realização como a música. 

Referências musicais, ídolos e estilos: As minhas maiores inspirações para cantar e ser líder de uma banda foram Hayley Williams (Paramore), Avril Lavigne, Gwen Stefani (No Doubt), Cyndi Lauper, Rita Lee, Pitty.

Preparação, desafios e aprendizado: Estou estudando diariamente e tentando manter a calma. Todo esse processo está sendo muito louco. Eu me inscrevo no programa desde a primeira edição e nunca passei. Este ano, que eu já estava decidida a desistir, fui chamada. Estou amando participar de tudo isso; aprendo mais a cada dia. Posso dizer que está sendo uma das experiências mais enriquecedoras da minha carreira.

Expectativa do sonho realizado: Durante anos eu me imaginei participando e subindo ao palco. Minha expectativa é de crescimento pessoal e profissional. Desejo que o Brasil conheça a minha voz e que possam rolar novas oportunidades de trabalho.

foto Isabella Pinheiro

Audições às Cegas

Andressa Hayalla – Time IVETE

Natural do Rio de Janeiro, Andressa vive em Águas Claras, Distrito Federal. Aos 23 anos soltou a voz no palco do programa com a música “Paciência”.

A relação com a música: Minha relação com a música teve início aos 4 anos de idade, na Igreja da qual meus pais eram membros e eu fazia parte do coral infantil. Foi quando comecei a descobrir que gostava de cantar, dançar, interpretar. Desde essa época, eu já dizia que gostaria de trabalhar na televisão. Fui crescendo e tomando mais gosto pela arte. Com uns 10 ou 11 anos, eu comecei acompanhar minha tia Jura Voz em suas agendas e aprendendo com ela mais sobre música, ganhando habilidades vocais e fazendo backing vocals. Participei de concursos de música gospel, fiz backing vocal para cantores como Mattos Nascimento, Andréa Fontes, Tuca Nascimento, Jura Voz, Ministério Resgatando as Nações; além de apresentações em bandas de cerimoniais e casamentos.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Todo o meu apoio veio da minha família. Meus pais são os grandes influenciadores na decisão de seguir essa carreira. Porém, a principal pessoa de toda essa trajetória, apesar de não estar mais comigo, foi e sempre será minha tia Jura Voz, que faleceu em fevereiro deste ano. Ela me ensinou tudo o que eu sei hoje e me deu todo o suporte necessário desde pequena.

A carreira de Andressa Hayalla: Sou formada em Gestão de Recursos Humanos e, por hora, atuo como gerente comercial em academias.

Referências musicais, ídolos e estilos: Minhas principais referências são Péricles, Alcione, Alexandre Pires, Ah! Mr Dan, Thiaguinho, Mumuzinho, Ferrugem, Ivete Sangalo, Marisa Monte, Vanessa da Mata, Tim Maia, Lulu Santos, Simone & Simaria, Beyónce, Rihana, Jessie J, Anthony Hamilton, Stevie Wonder, John Legend, Michael Buble, Bruno Mars, Andra Day, etc.

Os estilos com os quais mais me identifico são: pagode soul, black music, MPB, sertanejo e gospel.

Preparação, desafios e aprendizado: A preparação está sendo intensa, com escolha de repertório, cuidados com a voz e com o corpo, e muita ansiedade. Viver todo este processo de aprendizado, interação com os participantes, produção e público está sendo magnífico. É uma experiência única que certamente será levada como bagagem positiva pelo resto da vida.

Expectativa do sonho realizado: A minha expectativa é gigante, não só de mostrar meu talento principal, que é cantar e interpretar para todo o público, mas de provar para mim mesma que eu sou capaz e que estou conseguindo conquistar os meus objetivos. Sem dúvida, o ‘The voice’ é o início da realização de um grande sonho.

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Guipson Pierre – Time BROWN

Natural do Haiti e morador de Valinhos (SP), Guipson, de 26 anos, escolheu o hit “Love Yourself” para apresentar seu potencial no reality.

A relação com a música: A música é a minha razão de querer acordar toda manhã, mesmo sabendo que está sendo difícil. É algo dentro de mim que está procurando um meio para sair. Não tenho muitas experiências musicais: fazia backing vocal para alguns cantores gospel no Haiti, cantava e tocava teclado na Igreja.

Referências musicais, ídolos e estilos: Eu tive influência dos meus amigos. A minha família sempre foi meu maior desafio, exceto a minha mãe. Sempre me chamavam “voz de sapo” e eu tive que enfrentar diariamente tudo isso em casa. Hoje, meu pai ainda não gosta da ideia de ter um filho músico, mas eu o entendo porque certamente ele tem seus motivos.

A carreira de Guipson Pierre: Eu não trabalho com música, mas quero muito viver dela e viajar o mundo cantando para milhões de pessoas.

Referências musicais, ídolos e estilos: Meus amigos sempre foram minhas maiores influências e ainda são. Mas, Lucky Dube, Bob Marley, Jah Cure são cantores de que gosto muito. Eu aprecio os ensinamentos deles e quero muito seguir esse caminho também. Crescer num país com muitos problemas políticos e sociais fez com que eu me identificasse mais com esses cantores.

Preparação, desafios e aprendizado: Ainda não trabalho com música, mas estar no ‘The Voice Brasil’ será um dos meus maiores desafios.

Expectativa do sonho realizado: Eu sempre vejo o ‘The Voice’ como um meio para mostrar um pouco do meu talento para o Brasil. Não espero nada mais e nada menos do que acordar toda manhã sabendo que, à noite, vou subir ao palco cantando para milhões de pessoas até meu último dia nessa terra.

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Ramon Nascimento – Time IVETE

Aos 26 anos, o mineiro de Betim apresentou um clássico de Djavan, “Lilás”.

A relação com a música: Minha relação com a música é constante: escuto, canto e toco todos os dias. É tão intensa quanto a de duas pessoas apaixonadas. Já cantei em casamentos, festas de aniversário, recepções, e, desde pequeno, canto na Igreja.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Sempre tive a influência e o apoio da minha família.

A carreira de Ramon Nascimento: Além da música, já trabalhei em muitas empresas. Hoje trabalho em uma distribuidora.

Referências musicais, ídolos e estilos: Minhas maiores referências são Michael Jackson, Stevie Wonder, Ed Motta, Chris Brown, Djavan, Beyoncé, Fred Hammond, Leonardo Gonçalves. Meus estilos musicais preferidos são MPB, pop, black music, jazz, pagode.

Preparação, desafios e aprendizado: A preparação para os shows está indo muito bem e a expectativa é ótima. Para mim, não há desafios porque eu estava querendo muito que essa oportunidade chegasse. Agora que chegou, os desafios não me assustam. A minha única missão é dar alegria e representar bem a minha região. No mais, prossigo nessa jornada que irá me ajudar muito musicalmente.

Expectativa do sonho realizado: A minha expectativa está acima de qualquer desafio. Estou muito curioso com as sensações e experiências que o programa vai me proporcionar. É um sonho realizado! Eu nunca quis ser o melhor, mas sempre almejei estar entre eles. 

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Dreicon – Time LULU

O paulistano, de 24 anos, subiu ao palco do TVB ao som de “Cuidado”, de Gaab.

A relação com a música: Já tive várias experiências com a música: fiz parte de bandas e de uma dupla; agora estou seguindo minha carreira solo, na qual eu componho, produzo e interpreto.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha mãe me colocou na aula de violão aos 10 anos. Ela é formada em piano clássico, mas trabalha como psicóloga. Meu irmão toca vários instrumentos, mas não atua profissionalmente na área da música.

A carreira de Dreicon: Sempre trabalhei com música. Acho que é a única coisa que sei fazer.

Referências musicais, ídolos e estilos: Gosto muito de rap e RnB, como Justin Timberlake, Trey Songz, LetoDie, Bruno Mars e Khalid.

Preparação, desafios e aprendizado: Tenho estudado canto todos os dias quando acordo. A tensão é bem grande e a experiência está sendo incrível. Conhecer pessoas do meio da música e de outros estilos musicais, com certeza, vai me inspirar muito.

Expectativa do sonho realizado: É a realização de um sonho. Eu já havia me inscrito há uns 5 anos, mas não tinha sido chamado. E agora que estou vivenciando essa experiência, me sinto muito realizado!

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Gabriê – Time BROWN

Natural de Porto Velho, Rondônia, Gabriê tem 20 anos e escolheu uma canção de Criolo para se apresentar nas ‘Audições às Cegas’: “Não Existe Amor em SP”.

A relação com a música: Minha relação com a música começou com a escrita. Sempre ouvi muita música brasileira e adorava prestar atenção no jogo de palavras e nas rimas, por mais que eu ainda não entendesse muito bem. Quando eu tinha uns 8 anos, comecei a escrever poesias, que, com o tempo, foram se transformando em músicas. Depois aprendi a tocar violão para dar forma ao que eu escrevia e, aos 14 anos, comecei a cantar também. Desde então, tive várias experiências marcantes. Já participei de um concurso musical e ganhei o primeiro lugar na categoria “Melhor música autoral”; me apresentei em programas da TV local, festivais de música, eventos culturais, pubs, etc.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha família é muito grande e sempre gostou de se reunir para tocar violão, cantar e ouvir música. Tem até um vídeo meu no aniversário de 1 ano, cantando com minha mãe me segurando no colo. A influência que recebi da minha família vai desde o meu pai e irmão, até tios e primos e eles foram fundamentais para essa minha paixão pela música. É claro que, quando meus pais perceberam minha vontade de levar isso como profissão, as reações não foram muito positivas. Eles tinham medo por ser um caminho meio incerto e com muitas dificuldades para se chegar aonde realmente se quer. Mas, hoje em dia, com tudo o que vem acontecendo, eles conseguem enxergar esse sonho tomando forma e estão muito felizes por isso. 

A carreira de Gabriê: Cursei psicologia por um ano e meio e também trabalhei como vendedora em um quiosque do shopping da minha cidade. Mas acabei voltando para o que realmente amo – estudar e viver de música.

Referências musicais, ídolos e estilos: Como cantora, minhas maiores referências são Cássia Eller e Elis Regina. E como compositora, me inspiro muito em Caetano Veloso, Rita Lee, Marisa Monte, Chico Buarque, entre outros artistas da MPB – o estilo com o qual mais me identifico.

Preparação, desafios e aprendizado: O ‘The Voice’ tem me ajudado muito nessa coisa de “querer ser melhor” cada vez mais. Tenho estudado bastante não só música, mas sobre mim mesma. O autoconhecimento junto com a técnica tem me feito evoluir muito em pouco tempo. Acho que o maior desafio é a disciplina, essencial no processo de aprendizado. Outro desafio é superar a cobrança, que às vezes, acaba me tornando crítica demais comigo mesma.

Expectativa do sonho realizado: Minha expectativa é de muito aprendizado e inspiração. Desejo transmitir toda a emoção que sinto para quem puder me ouvir. Meu sonho é conseguir levar minha verdade e minha mensagem para o máximo de pessoas possível e, de alguma forma, poder tocá-las. O ‘The Voice’ é um sonho realizado e eu sou muito grata por essa oportunidade.

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Audições às Cegas

Lílian Menezes – Time TELÓ

A paulistana, de 40 anos, trouxe Gonzaguinha, com a canção “Comportamento Geral”, para a terceira noite de ‘Audições às Cegas’.

A relação com a música: Música faz parte da minha vida como artista de uma maneira muito intensa. Sou muito ligada ao ritmo, provavelmente por causa da dança, e sempre cantei, antes mesmo de pensar em atuar profissionalmente. Meu principal ofício na arte é a atuação, que me exige uma diversidade de conhecimento e experiências para dar vida às minhas personagens de maneira verossímil. A música, além de uma paixão, é um dos estudos mais significativos para um ator. Minhas experiências com ela vêm, primeiro, da dança e da vivência musical em casa. Posteriormente, cantei em coral por um breve período e participei de grupos vocais na Igreja, sempre estudando música em paralelo. Minha primeira grande experiência foi no teatro musical, o que me abriu diversas portas. Depois disso, tornou-se quase impossível não me assumir cantora, e passei a fazer shows.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha família sempre me apoiou e acreditou nos meus impulsos artísticos – foi o meu maior incentivo. A influência veio de casa; apesar não ser um lar de artistas profissionais, a música sempre esteve presente. Meu pai cantava muito para a gente e tocava violão. Meu irmão mais velho também tocava “de ouvido” e cantava lindamente. Cresci fazendo arte no meio de uma família nordestina cheia de vida. Em nossas festas, muito forró; e eu, sempre metida entre os músicos. Eu ainda era um projeto de gente tocando triângulo – e tocava direitinho! (risos)

A carreira de Lílian Menezes: Sou atriz, diretora, produtora, locutora, professora de artes cênicas e mágica.

Referências musicais, ídolos e estilos: Cresci ouvindo música brasileira: MPB, Bossa, forró, samba, música caipira, o que vier eu traço. Mas minha maior referência foi Elis, desde menina.

Preparação, desafios e aprendizado: A preparação é constante e intensa. Cuidados com a voz, com o corpo. E muita água! O maior desafio é superar a tensão da competição.

Expectativa do sonho realizado: Minha maior expectativa é levar ao público o melhor de mim e fazer valer o meu legado como artista, aproveitando a oportunidade como uma ferramenta para difundir a arte com qualidade e respeito. É o princípio da realização de muitos sonhos. 

foto Isabella Pinheiro

Audições às Cegas

David Nascimento – Time BROWN

De Itabuna, Bahia, David Nascimento, de 25 anos, chegou ao ‘The Voice’ ao som de “O Sol”, hit de Vitor Kley.

A relação com a música: Sou instrumentista: iniciei minha musicalidade com flauta aos 10 anos e, logo depois, passei para o saxofone. Aos 13 anos, comecei a tocar na Igreja e, aos 15, iniciei a carreira profissional.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha mãe sempre cantou no coral da Igreja, assim como minha irmã. Minha família sempre me apoiou e me incentivou, inclusive foi minha mãe que me matriculou na escolinha de música quando eu tinha 10 anos.

A carreira de David Nascimento: Infelizmente, nunca consegui viver exclusivamente da música por falta de oportunidade; sempre tive que conciliar com outro trabalho. Já trabalhei em laboratório, com empresas de peças de carro, entre outros.

Referências musicais, ídolos e estilos: Jorge Vercilo, Stevie Wonder, Leonardo Gonçalves, Jorge Ben Jor, Djavan e Ed Motta são minhas principais referências. Os estilos de que mais gosto são MPB, pop nacional e internacional e jazz.

Preparação, desafios e aprendizado: Nunca cantei profissionalmente, só subi em palcos para tocar meu instrumento, então tudo está sendo um grande desafio. Estou me descobrindo cantor a cada dia, e aprendendo muito sobre tudo em relação a música e voz. E estou dando o meu melhor para que cada apresentação seja um verdadeiro show.

Expectativa do sonho realizado: Tudo o que estou vivendo aqui está sendo a realização de um grande sonho. A cada apresentação me sinto mais capaz e me vejo mais longe. Espero que, com minha participação no programa, as portas se abram para que eu tenha oportunidade de viver exclusivamente da música. O meu maior sonho é viver do que eu mais amo e do que sei fazer de melhor.

foto Raquel Cunha

Audições às Cegas

Micaella Marinho – Time TELÓ

Com apenas 16 anos, a mineirinha de Passos cantou “That’s My Girl” no palco do programa.

A relação com a música: A música tem sido parte da minha vida desde bem pequena. É como um alimento para a alma. Todos os dias, busco me saciar com sons que toquem o meu interior, assim como o do próximo.  Nos últimos anos tive muitas experiências incríveis, como participações em festivais, casamentos, eventos empresarias, comemorações, gravações de músicas e clipes. Participar de um festival de música da faculdade local foi um momento maravilhoso. A interpretação do Hino Nacional em um evento no Rio de Janeiro, junto com atletas olímpicos e paraolímpicos do esporte brasileiro, também foi uma experiência marcante. Além disso, estive presente na 2ª edição do ‘The Voice Kids’, em 2017.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha família sempre me apoiou e investiu na minha carreira musical, pois julgam importante valorizar o talento nato. Desde pequena, sempre buscaram desenvolvimento, aprimoramento e compartilhamento do dom com boa musicalização infantil, introdução a instrumentos e teorias musicais, aulas de canto e incentivo a participações em trabalhos artísticos. Toda a família leva consigo a sensibilidade, o gosto e a perspectiva musical.

A carreira de Micaella Marinho: Estou muito envolvida com todo o contexto da arte: no teatro, na composição musical e na escrita. Produzi quase uma dezena de livros por um projeto ministrado na escola. Atuei no balé, onde cantei a música da minha audição no ‘The Voice Kids’ – “Somewhere Over The Rainbow”. 

Referências musicais, ídolos e estilos: Para o meu crescimento, tenho buscado novas fontes de bons cantores, como Kari Jobe, Celtic Woman, Gabriela Rocha, André Rieu, Hillsong United, Kim Walker, Christafari e muitos outros. Desde pequena, a Igreja e sua excelência com a música tem sido como uma escola para mim. Além disso, a música clássica tem me influenciado muito na minha construção artística. Uma experiência muito interessante que tive nos últimos tempos foi a de me aproximar do reggae, a partir de um presente que ganhei, o ukulele – instrumento havaiano e “regueiro”, com o qual não tinha quase nenhum contato. Hoje, tenho crescido muito ao conhecer mais desse som tão lindo e límpido, que com sua leveza, tem me permitido ir mais fundo naquilo que tenho a passar. 

Preparação, desafios e aprendizado: Tenho buscado aperfeiçoar a voz com técnicas e estímulos que permitam novas possibilidades de interpretação. O que me ajuda ainda mais nos estudos é a participação familiar. Acredito que os maiores desafios são os de sempre fazer o novo e o excelente, pois penso que só não cresce quem não está disposto a recomeçar para ir além e ser diferente. Voltar ao palco do ‘The Voice’ também foi um desafio, mas uma experiência única. Posso trazer toda a bagagem adquirida no ‘Kids’ e como pessoa e cantora até aqui. Continuar a escrever a história com a música é sempre um belo som a ecoar.

Expectativa do sonho realizado: Estou muito feliz em participar do ‘The Voice Brasil’ e está sendo tudo muito singular. O sonho é uma construção de degraus que vamos alcançando, escalando fortalezas e vencendo gigantes, com coragem, destreza e determinação naquilo que o coração quer passar.

Audiência – Audições às Cegas

‘The Voice Brasil’ foi recorde da temporada no Rio de Janeiro com 31 pontos de audiência e 51% participação, um crescimento de mais dois pontos (+7%) comparando com a terça-feira anterior (dia da estreia).

São Paulo

Em São Paulo, o programa também cresceu em comparação à estreia: 23 de média e 40% participação, um aumento de mais um ponto (+5%) de Ibope. 

Audições às Cegas. O ‘The Voice Brasil’ vai ao ar às terças e quintas após ‘Segundo Sol’, tem direção artística e geral de Creso Eduardo Macedo e apresentação de Tiago Leifert com Mariana Rios. 

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