Bial entrevista Rionegro & Solimões e o humorista Pedro Bismarck

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Pedro Bial exalta cultura caipira com a dupla Rionegro & Solimões e o eterno ‘Nerso da Capitinga’ 

RIONEGRO
foto Divulgação Globo

Nesta sexta-feira, dia 13, Pedro Bial recebe pessoas que ganharam fama e dinheiro, mas não deixam de alimentar – e matar – a saudade de seus lugares de origem. A dupla Rionegro & Solimões e o humorista Pedro Bismarck, intérprete do personagem Nerso da Capitinga, falam sobre as delícias de ser caipira e comentam as diferenças entre os mundos rural e urbano, no ‘Conversa com Bial’.

Rionegro

“Ainda somos chamados de caipiras e temos o maior orgulho disso. É sinal de pureza, de coisa legal, de coisa boa”, considera Rionegro, nascido na zona rural de Claraval, em Minas Gerais. A terra mineira foi também berço de Solimões, mas foi no meio urbano de Franca, no interior de São Paulo, que a dupla se conheceu. “Solimões trabalhava em uma sessão da fábrica de calçados, e eu em outra. Uma vez passei por lá, ouvi ele cantando e gostei. Aí fui falar com ele. Solimões foi parar na minha casa no outro dia e estamos juntos até hoje”, conta o sertanejo, há 30 anos ao lado do amigo.

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Solimões

Embora o amor pelo campo persista, Solimões confessa o gosto por invenções que fazem sucesso na cidade grande. A internet e as redes sociais, por exemplo. “Quando chegamos em regiões em que a internet deixa a gente na mão, já fico meio estressado. A última coisa que imaginava é que ia mexer nisso, mas comecei a gostar”, explica Solimões, que costuma postar vídeos caseiros para os seus mais de 300 mil seguidores na internet.

Pedro Bismarck

Já Pedro Bismarck mostra que tem muito de seu principal personagem, o caipira Nerso da Capitinga. Ao todo, são 24 anos cuidando de seu pedaço de terra, em Minas Gerais, e oito como morador do campo. Além de rever vídeos de seu personagem na ‘Escolinha do Professor Raimundo’, na década de 1990, o humorista explica como Nerso nasceu representante do caipira brasileiro. “Criei o Nerso quando era do exército, em 1981, num quartel. Eu morava lá e, depois das cinco da tarde, era a hora da palhaçada. Eu encostava num canto e adaptava as piadas ao meio rural”, recorda Pedro, apaixonado pela cultura sertaneja. O nome do personagem, segundo o humorista, veio mais tarde, com a ajuda de Chico Anysio.

O ‘Conversa com Bial’ mostra também o castelo construído por José Rico, da dupla com Milionário, na zona rural de Limeira, no interior de São Paulo. Para homenagear a dupla, símbolo da música caipira, Rionegro & Solimões entoa uma canção dos amigos, além de outros sucessos autorais. Para fechar a noite, Pedro Bial promove uma brincadeira entre a plateia e os convidados: uma simulação de aplicativo de relacionamento para unir pessoas da plateia a Solimões e Pedro Bismarck.

Exibido após o ‘Jornal da Globo’, ‘Conversa com Bial’ tem direção artística de Monica Almeida e direção de conteúdo de Ingo Ostrovsky.

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