Globoplay aposta em ‘Cada um no seu Quadrado’ com Fernando Caruso e Paulo Vieira

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Cada um no seu Quadrado
Fernando Caruso e Paulo Vieira / foto Ilana Sales

‘Cada um no seu Quadrado’ é o novo programa de humor exclusivo Globoplay

A melhor mesa de bar em que você poderia estar nesta quarentena. Todos juntos, reunidos, com uma premissa básica: ‘Cada um no seu quadrado’. Assim será o novo programa de humor exclusivo do Globoplay em que Fernando Caruso e Paulo Vieira vão “receber”, a cada episódio, quatro convidados para brincadeiras e uma conversa intimista por aplicativo de encontros à distância. Além do papo bem-humorado, vão rolar jogos e dinâmicas em um clima de “game night” entre amigos. E não só os encontros serão virtuais. A captação, direção e edição também serão remotas, de acordo com as normas de segurança deste período de isolamento social. O projeto, que estreia nesta sexta-feira, dia 03 de julho, foi idealizado pela roteirista Daniela Ocampo e tem direção artística de Daniela Gleiser Toda semana, às sextas, novos episódios serão disponibilizados.
 
Daniela Ocampo
Criadora e roteirista do projeto, Daniela Ocampo conta que pensou no formato a partir da nova rotina imposta pela pandemia. “A ideia deste programa surgiu a partir do momento em que me deparei com a quarentena. No primeiro momento em que a gente foi trancafiado em casa, já comecei a pensar que soluções criativas poderíamos ter para produzir nessa nova realidade. Fiquei imaginando que, para esse momento, seria muito interessante fazer algo leve, divertido, em que as pessoas se sentissem mesmo íntimas dos convidados, da mesma forma como a gente é íntimo das pessoas com as quais resolvemos fazer um papo virtual para tomar um vinho. Vamos ter a possibilidade de ver papos de amigos de verdade, com suas piadas internas, intimidades”, conta.
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Na atração, os comediantes e seus convidados vão abrir as portas de suas casas, relembrando histórias e rindo uns dos outros. “A ideia é que seja mais que uma roda de amigos. Queremos mesmo que as pessoas se sintam na melhor mesa de bar do mundo. Nesse momento de isolamento social, os aplicativos têm sido a forma de a gente se encontrar, relaxar, se divertir. Cada um fica ali, literalmente, no seu quadrado, e foi daí que surgiu o nome do programa, autoexplicativo. Estamos transformando essa nova realidade em entretenimento”, detalha a diretora Dani Gleiser. Segundo ela, todos os convidados já têm uma relação de amizade. “Pensamos assim para ser uma mesa de bar crível, com química, histórias legais para um contar do outro, zoações. ‘Cada um no seu quadrado’ é um programa para relaxar e alegrar, mas com a cara do que estamos vivendo. É um programa feito nesse momento de quarentena, para esse momento”, revela.
  
Mesa animada
Fernando Caruso e Paulo Vieira são os anfitriões dessa mesa animada. “Caruso e Paulo são a combinação ideal para apresentar esse programa. Ambos vêm do stand up, têm muita habilidade para falar sobre qualquer assunto de uma maneira cômica”, explica Dani Ocampo. Segundo a roteirista, Caruso é um cara que ama jogos. “Ele conhece todos os jogos de tabuleiro, adora propor um game night e conhece tudo sobre improvisação”. Para ela, com Paulo a dupla terá a matemática perfeita: “Paulo é um gênio da comunicação. Ele é a melhor mesa de bar do mundo mesmo. Eu sabia que ao juntá-los formaríamos uma dupla muito engraçada. Cada um com seu estilo, eles são muito complementares”.
 
Fernando Caruso e Paulo Vieira se conheceram em Palmas, no Tocantins, há muitos anos. Segundo Paulo, foi Caruso um dos responsáveis por sua carreira no stand up comedy. “A gente se conheceu quando ele fazia parte do grupo Comédia em Pé. É maravilhoso agora estar fazendo parte do programa com ele, um cara que anima o lugar, que propõe jogos, que integra e que faz as pessoas se sentirem à vontade. Vai ser lindo vê-lo brilhar e poder surfar nessa onda”, elogia Paulo. Caruso também faz elogios ao amigo. “É ótimo trabalhar com ele. A impressão que dá é que o Paulo é capaz de fazer qualquer programa totalmente sozinho. Estar do lado, acompanhando, é um privilégio”. Além de ‘Cada um no seu Quadrado’, Caruso e Paulo também trabalham juntos no ‘Zorra’.
 
Caruso conta que todo o processo do novo programa tem sido divertido. “Está sendo uma delícia participar de tudo. Todas as pessoas envolvidas no projeto são muito animadas, engraçadas. A criação já renderia um programa. O único aspecto negativo são as louças que empilham enquanto a gente está conectado”, brinca. Para ele, o programa, além de divertir, vai também estimular novas opções de entretenimento nas casas das pessoas nesse período de isolamento social. “Vai ser a melhor reunião de amigos que você vai ter, talvez até com amigos melhores que os seus! Acho que do programa podem sair ótimas ideias de papo e brincadeiras para incrementar as próximas reuniões de todo mundo”, afirma.
 
Paulo Vieira conta que ele e Caruso têm mergulhado de cabeça em todas as etapas do projeto. “Estamos 100% no programa. A gente se envolve no roteiro, nos jogos, nos temas, nos convidados. Muito generosamente, a nossa equipe quer que a gente esteja muito à vontade. E temos na mão uma oportunidade de fazer um programa muito legal, porque é uma união de gente muito boa”, fala. Para ele, o papo entre amigos é o que vai nortear ‘Cada um no seu Quadrado’. “Imagina quantas pessoas vão poder acompanhar e fazer parte da melhor mesa de bar do mundo? Essa mesa é virtual por acaso, pelo momento que estamos vivendo. O clima que norteia o programa é a gente batendo papo. Na nossa lista de convidados, só amigos: para falar besteira, para brincar, para jogar. Unidos pela amizade e a vontade de estar junto e de se divertir para fazer esse tempo passar logo”, conta Paulo.
 
Brincadeiras à distância, diversão garantida
Em todos os episódios, além das conversas intimistas, as brincadeiras vão dar o tom leve a ‘Cada um no seu Quadrado’. Dani Ocampo faz questão de explicar que a dinâmica dos jogos não é de uma competição. “São jogos que geram assunto, que revelam intimidades, que propõem uma noite mais divertida. Em alguns, você ganha ou perde, mas não necessariamente acumula pontos e no fim tem um vencedor. O objetivo final é todo mundo se divertir e ficar à vontade, relaxar, falar besteira, fazer piada”, revela a roteirista. Estão entre as brincadeiras, jogos como Adedanha, Stop, mímica, Verdade ou Consequência, jogos de improvisação e de criatividade – todos que podem facilmente ser reproduzidos em casa, com os amigos.
  
Para as dinâmicas, convidados e apresentadores receberão seus kits de gravação e também de brincadeiras. “São placas para escrever, desenhos, palavras para mímicas, coisas assim, além de iluminação e equipamento para a filmagem. Paulo e Caruso, que coordenam todas as brincadeiras, têm um kit de apresentador, com roleta e outras coisinhas para explicar os jogos”, detalha Dani Gleiser, que faz a direção remota.
 
Cada um no Seu Quadrado’ é uma criação de Daniela Ocampo, que também assina a redação com Paulo Vieira, Bia Braune, Eduardo Rios e Fernando Caruso. O programa, exclusivo Globoplay, tem direção de Lao de Andrade e direção artística de Daniela Gleiser.
 
Entrevistas com Fernando Caruso e Paulo Vieira
Como tem sido participar deste projeto, feito de forma totalmente remota, mas ao mesmo tempo de forma tão intimista? 
Caruso: Uma delícia. Todas as pessoas envolvidas no projeto são muito divertidas, a criação do projeto já poderia até ser o projeto em si. As reuniões de elaboração demoram horas, e o único aspecto negativo são as louças que empilham enquanto a gente está conectado (risos). 
 
Paulo: Todos nós tivemos que aprender como trabalhar nesse projeto de maneira remota. Entender como que se dariam as reuniões, as gravações… um encontro por aplicativo com a equipe toda já é um aprendizado, né? Encontrar o momento certo para falar, essas coisas. Então, já por isso é uma experiência interessante. Nosso maior desafio dentro disso é fazer com que as pessoas se sintam em casa, aconchegantes. É um projeto que tem como objetivo fazer as pessoas se sentirem à vontade na internet.
 
Vocês têm se envolvido no roteiro do programa? Dão sugestões de nomes de convidados, jogos, temas? 
Caruso: Sim, estamos todos envolvidos em todos os aspectos do programa, desde a escolha dos convidados até às plaquinhas que vão ser usadas na identidade visual do programa.
 
Paulo: Muito generosamente, a nossa equipe quer que a gente esteja muito à vontade. E a gente tem na mão uma oportunidade de fazer um programa muito legal, porque é uma união de gente muito boa. 
 
Vocês se conhecem há algum tempo. Como é trabalhar ao lado de um amigo? 
Caruso: É ótimo. A impressão que dá é que o Paulo é capaz de fazer qualquer programa totalmente sozinho. Estar do lado acompanhando é um privilégio.
 
Paulo: Eu e Caruso temos uma história muito bonita. Ele foi um dos responsáveis pela a minha carreira dentro dos stand up comedy. A gente se conheceu há muito tempo, em Palmas, Tocantins, quando ele fazia parte do grupo ‘Comédia em Pé’. É maravilhoso agora fazer parte do programa com ele. Sem contar também o nosso tempo de ‘Zorra’. Adoro o Caruso e acho que este projeto é a cara dele! Tem a alma que o Caruso desempenha em todo o lugar que está, que é de ser o cara que anima o lugar, que propõe jogos, que integra e que faz as pessoas se sentirem à vontade. Vai ser lindo ver ele brilhar e eu poder surfar nessa onda. Tenho certeza que ele vai fazer tão bem que não vou precisar nem me preocupar. (risos)
 
Como têm sido os dias de isolamento de vocês? Como é a rotina, o que têm feito que nunca imaginaram antes? 
Caruso: Minha rotina no início era só louça e quadrinhos. Agora ela complicou um pouco: além desse programa novo, tenho as cenas do ‘Zorra’ gravadas em casa, meu podcast, meu canal no youtube, um programa de rádio, as aulas que dou no Tablado toda segunda e, claro, as louças. O que eu tenho feito que eu nunca imaginei é esteira. Todos os dias de quarentena eu consegui fazer esteira, estou invicto.
 
Paulo: Acordo, tomo café da manhã e vou para as reuniões virtuais. Estou gravando o ‘Zorra’, com o podcast do ‘Fora de Hora’, podcast da ‘Escolinha’ e gravando o quadro para o ‘Fantástico’. Então, administrar as reuniões de produção roteiro e gravação disso tudo tem sido a minha rotina. E ainda tem uma vida pessoal que vez ou outra preciso administrar. Estou sendo salvo pelo trabalho. Se não fosse ele, nesses tempos, eu não teria ânimo. Tem sido maravilhoso passar esse tempo com meus amigos na internet, trabalhando, propondo e inventando coisas.
 
O que o público pode esperar do ‘Cada um no seu quadrado’? 
Caruso: Eu acho que vai ser a melhor reunião de amigos que você vai ter, talvez até com amigos melhores que os seus! (risos) Acho que dali podem sair ótimas ideias de papo e brincadeira para incrementar as próximas reuniões de todo mundo!
 
Paulo: Nossa intenção é que o público se divirta durante essa meia hora, que esqueça um pouco os sofrimentos e consiga pensar no melhor da vida, que são os amigos, estar junto e compartilhar. 
 
Entrevistas com a idealizadora e roteirista Daniela Ocampo e com a diretora artística Daniela Gleiser
‘Cada um no seu Quadrado’ passa a ideia de um bate-papo entre amigos, velhos conhecidos. Conte um pouco sobre este conceito e como surgiu a ideia do programa neste formato? 
Daniela Ocampo: A ideia surgiu a partir do momento em que me deparei com a quarentena. No primeiro momento em que a gente foi trancafiado em casa, já comecei a pensar que soluções criativas teríamos que ter para produzir nessa nova realidade. Acho essencial continuarmos produzindo entretenimento. E aí foi até bem simples, porque, como todas as reuniões pessoais e profissionais migraram para essas plataformas, para essa tela onde as pessoas ficam em quadradinhos, ficou muito nítido para mim usar esse ambiente como uma possibilidade de encontro divertido. A imagem de cada um no seu quadrado, de que as pessoas estão cada uma em suas casas, na sua intimidade, de uma maneira muito reveladora e que, ao mesmo tempo, compõe um quadro muito interessante de uma casa que jamais existiria – uma casa com seis salas ou pedaços de casas de cada um, dizia muito para mim. Fiquei imaginando que, para esse momento seria muito interessante a gente fazer algo leve, divertido, em que as pessoas se sentissem mesmo íntimas dos convidados, da mesma forma como a gente é íntimo das pessoas com as quais a gente resolve fazer um papo virtual para tomar um vinho à noite. Imediatamente, fiquei imaginando que combinações poderiam estar juntas e que seriam um entretenimento legal de sentar e assistir. Vamos ter a possibilidade de ver cada papo de amigos de verdade, com suas piadas internas, intimidades, nesse universo de cada um no seu quadrado.
 
Daniela Gleiser: Mais do que uma roda de amigos, a ideia é termos a melhor mesa de bar do mundo. Já que a forma de se encontrar no momento é por aplicativos, cada um no seu quadrado – e daí veio a ideia do nome, autoexplicativo. E por que não transformar isso em entretenimento? O Paulo (Vieira, apresentador) até brinca que, como muita gente não deve ter amigos tão legais, estamos emprestando os nossos. (risos) A proposta é despretensiosa, sem glamour, com cada um no canto que quiser de sua casa. Vamos ter, além dos papos, pequenas brincadeiras, típicas de mesa de bar, que a gente faz para se divertir. 
 
Como está sendo feita a escolha dos quatro convidados por episódio? 
Gleiser: Estamos escolhendo em função de eles já terem uma relação, para ser uma mesa de bar crível, que realmente poderia existir. Às vezes, até tem um que não é tão próximo, mas é aquele amigo que alguém levou e vira um novo amigo, sabe? Estamos pensando na química, em um elenco que funcione, que tenha histórias legais para contar um do outro, pessoas que se zoam, que tenham intimidade.
 
Quais são os desafios de fazer um trabalho como este todo remotamente? E quais soluções criativas e adaptações foram encontradas para a equipe trabalhar desse jeito? 
Gleiser: Todos os desafios que se possa imaginar. Tem sido uma experiência toda nova. Como uma reunião grande demais por aplicativo ainda é um pouco complicado de todo mundo se ouvir, temos desmembrado esses “encontros”. A criação está fluindo superbem, até porque a gente já vai testando o que cria, no formato que vai ser o programa. Mas tudo é novo: nas reuniões de criação, cada um tem que falar na sua vez, coisa que em uma reunião de criação não funciona (risos). Os kits de gravação que os convidados e apresentadores recebem também são uma novidade, temos uma preocupação grande com a higienização. O equipamento fica, depois de lacrado, por três dias em quarentena, sem ninguém tocar até que seja entregue na casa do convidado, para que ninguém corra nenhum risco. Para funcionar, tem que ter um planejamento prévio ainda maior do que o habitual. Dirigir remotamente é algo muito novo – e louco, a edição remota também. Tudo é uma novidade e estamos fazendo o nosso melhor diante desse novo cenário. 
Ocampo: Eu, “roteiristicamente”, tenho que pensar quais são as melhores coisas para funcionar quando eu tenho cada um enquadrado na minha tela. Que piadas, que conversas funcionam. Eu não tenho pessoas podendo se abraçar, trocar, passar nada de um para o outro. Eles estão todos egipciamente falando para a câmera. (risos) Isso é um desafio para quem está criando, da mesma forma que todos os outros desafios são para todas as equipes. Mas tem dado certo. Pelos experimentos que temos feito dá para ver que é possível. É uma nova forma também criativa de realizar.
 
Além de bater papo, os apresentadores e convidados também vão jogar, num clima de viagem entre amigos. Como vai funcionar essa dinâmica? Que tipo de brincadeiras vão ser possíveis à distância? 
Gleiser: Vamos entregar na casa das pessoas kits com placas para escrever, desenhos, palavras para mímicas, coisas assim. Paulo e Caruso têm um kit de apresentador, com roleta e outras coisinhas para explicar os jogos. Não são games de competição, e sim de diversão. Tem muito jogo de contar histórias. Desde Stop com categorias muito inusitadas até Verdade ou Consequência. 
 
Ocampo: A ideia é fazer uma noite divertida entre esses amigos. Quando a gente está muito tempo na mesa de bar com os amigos, começamos a propor jogos, né? Ou quando se viaja com um grupo para uma mesma casa, sempre tem aquela noite em que a gente vai experimentar brincar juntos. O conceito segue por isso, mas é muito livre, de bate-papo. São jogos que geram assuntos, que revelam intimidades, que propõem uma noite mais divertida. Em alguns, você até ganha ou perde, mas não necessariamente acumula pontos e no fim tem um vencedor. O objetivo final é todo mundo se divertir e ficar à vontade, relaxar, falar besteira, fazer piada. 

O que tem sido mais divertido nesse projeto? 
Ocampo: Mesmo nas reuniões de construção de ‘Cada um no seu Quadrado’ a gente se diverte pra caramba. Testamos os jogos, jogamos juntos e já dá para ver que é muito divertido, íntimo, engraçado, revelador. A gente se sente mais amigo mesmo daquelas pessoas.
 
Apesar da pandemia, a produção de conteúdo audiovisual não está parando, mas se adaptando a este novo momento. Que avaliação você faz dos impactos deste momento para a produção audiovisual? Acha que a forma de fazer será diferente a partir de agora, mesmo quando o isolamento social terminar? 
Gleiser: Acho que sim, vai ser diferente. O que a gente está vivendo é transformador, não é apenas um momento. Em termos de processos, estamos aprendendo muito. Essa preocupação com segurança vai continuar existindo ainda por bastante tempo. Os meios de a gente fazer também são novos e vieram para ficar. O ‘Cada um no seu Quadrado’ surgiu na quarentena, mas o programa pode ter vida longa depois disso. É uma forma de cada um estar na sua casa e estar jogando. 
 
Como foi a escolha da dupla de apresentadores, Fernando Caruso e Paulo Vieira? 
Ocampo: Desde o momento que pensei na criação desse projeto, sabia que tinha que ter alguém coordenando as dinâmicas, mas não conseguia pensar em quem. Até que em um momento eu já tinha pensado no Paulo, e também já tinha pensado no Caruso. Quando vislumbrei os dois juntos, se fez a matemática perfeita. Tanto o Fernando Caruso quanto o Paulo Vieira vêm do stand up, os dois têm muita habilidade para falar sobre qualquer assunto de uma maneira cômica. Qualquer mesa de bar com eles é divertida, qualquer comentário gera desdobramentos, os dois têm muita “munição” e isso era algo que eu achava importante. O Caruso é um cara que ama jogos, conhece todos os jogos de tabuleiro, adora propor uma noite de jogos. Toda a dinâmica que eu tenho na minha cabeça de jogos de improvisação eu sei que ele conhece bem porque dirigimos juntos o ‘Z.É. Zenas Emprovisadas’. E o Paulo é um gênio da comunicação, ele é a melhor mesa de bar do mundo mesmo. Eu sabia que se juntássemos com a organização do Caruso em propor jogos ficaria uma dupla muito engraçada. Eles são muito complementares, aproveitam tudo o que um assunto gera.
  
O que o público pode esperar de ‘Cada um no seu quadrado’? 
Ocampo: Uma sensação de estar realmente numa mesa de bar ou em uma festa ou em uma viagem com essas pessoas. Nosso maior objetivo é levar humor, leveza e relevância para a casa das pessoas. Abrir o olhar e dar um pouco de tranquilidade, num momento em que está tudo tão sombrio no mundo. As relações pessoais, as relações íntimas, o humor, a alegria de estar junto, de brincar, são o que nos ajudam a suportar isso.
 
Gleiser: Pode esperar se divertir com um programa leve, divertido, espirituoso, para relaxar. E, claro, com a cara do que estamos vivendo. A gente vai falar de quarentena, mas não de forma pesada. Não tem como não falarmos disso. É um programa feito neste momento, para este momento.
 
Sobre Globoplay
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