Globo voa alto no Emmy Internacional 2020! Novela ‘Órfãos da Terra’, minissérie ‘Elis – Viver é Melhor que Sonhar’ e, Andrea Beltrão, por sua atuação em ‘Hebe’, são indicadas ao prêmio máximo da televisão mundial

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Globo voa alto no Emmy Internacional 2020!

Globo voa alto no Emmy Internacional 2020! Novela 'Órfãos da Terra', minissérie 'Elis - Viver é Melhor que Sonhar' e, Andrea Beltrão, por sua atuação em 'Hebe', são indicadas ao prêmio máximo da televisão mundial
arte TV a Bordo

‘Órfãos da Terra’ concorre como Melhor Telenovela com produções da Argentina, Portugal e China e, ‘Elis – Viver é Melhor que Sonhar’, como “TV Movie / Mini-Series”, concorre com produtos da França, Japão e Reino Unido

A Academia Internacional de Artes e Ciências da Televisão anunciou, na manhã desta quinta-feira, dia 24, os indicados ao Emmy Internacional 2020. A Globo concorre em três categorias: “Melhor Telenovela” com ‘Órfãos da Terra’, “Melhor Atriz” com Andrea Beltrão por sua atuação em ‘Hebe’, “Melhor Minissérie” com ‘Elis – Viver é Melhor que Sonhar’. Os vencedores serão conhecidos no dia 23 de novembro.

Órfãos da Terra

Depois de vencer, em 2019, o Rose D’Or Awards na categoria Serial Drama e, em 2020, o Grand Prizedo Seoul Drama Awards, que destaca a obra de maior relevância, popularidade e originalidade entre os concorrentes, ‘Órfãos da Terra’, novela de Thelma Guedes e Duca Rachid, concorre como “Melhor Telenovela” no Emmy Internacional deste ano. Com direção artística de Gustavo Fernández, a obra, que foi exibida em abril do ano passado, na TV Globo, contou a história do amor impossível de Jamil (Renato Góes) e Laila (Julia Dalávia), dois sírios que precisam deixar sua terra natal e partem para o Brasil com o desejo de reconstruírem suas vidas. Além de trazer como pano de fundo a questão dos refugiados, a novela tem como principais mensagens a empatia, a diversidade cultural e a superação em nome do amor. A obra já foi licenciada para mais de cinquenta países, entre eles México, Uruguai e Bolívia, onde está no ar, e, no Brasil, está disponível no Globoplay. A novela concorre com produções da Argentina, Portugal e China.

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Andrea Beltrão em HEBE

Andrea Beltrão é indicada como “Melhor Atriz” por sua performance em ‘Hebe’, que estreou ano passado no Globoplay. A obra narra a história de uma das mais autênticas e inesquecíveis apresentadoras da TV brasileira. Criada e escrita por Carolina Kotscho, com direção artística de Maurício Farias, a trama mostra a trajetória da artista através de memórias da própria Hebe, desde a década de 1940 até os últimos anos de vida. No Emmy Internacional 2020, a atriz concorre com profissionais da Alemanha, Singapura e Reino Unido. A série está no ar na TV Globo e disponível na íntegra no Globoplay.

‘Elis – Viver é melhor que sonhar’

Com roteiro de George Moura, Hugo Prata, Luiz Bolognesi e Vera Egito, e direção de Hugo Prata, a minissérie ‘Elis – Viver é melhor que sonhar’ narra a história de Elis Regina, artista que se entregou à arte de viver e cantar, e atravessou diferentes gêneros musicais e turbulências pessoais. Baseada na cinebiografia “Elis”, uma coprodução da Globo Filmes com Bravura Cinematográfica e Academia de Filmes, a minissérie está disponível no Globoplay. A obra, indicada ao Emmy Internacional 2020, na categoria “TV Movie / Mini-Series” concorre com produções da França, Japão e Reino Unido.

17 prêmios

Única televisão brasileira a receber o Emmy Internacional, a Globo já acumula 17 prêmios, incluindo o primeiro ‘Directorate Award”, recebido por Roberto Marinho, fundador da Globo, em 1976. O segundo foi conquistado em 1981, com o musical ‘A Arca de Noé’. No ano seguinte, foi a vez de ‘Morte e Vida Severina’. Roberto Marinho recebeu novamente o prêmio na categoria ‘Direção’ em 1983. Na estreia da categoria ‘Melhor Novela’, em 2009, o Emmy foi para ‘Caminho das Índias’, de Glória Perez. Em 2011, a emissora foi novamente vencedora na categoria ‘Melhor Novela’ com ‘Laços de Sangue’, coprodução com a SIC, exibida em Portugal. No mesmo ano, no Emmy Internacional de Jornalismo, a Globo foi premiada pela cobertura do ‘Jornal Nacional’ sobre a invasão do Complexo do Alemão. Em 2012, duas estatuetas foram conquistadas com as produções ‘O Astro’ como ‘Melhor Novela’, e ‘A Mulher Invisível’, por ‘Comédia’. No ano seguinte, além do prêmio de Fernanda Montenegro como ‘Melhor Atriz’, a Globo levou a estatueta de ‘Melhor Novela’ com ‘Lado a Lado’. Já em 2014, Roberto Irineu Marinho, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, foi homenageado com o prêmio de Personalidade Mundial da Televisão, por sua liderança da marca Globo, nacional e internacional. No mesmo ano, ‘Joia Rara’ conquistou o prêmio de ‘Melhor Novela’. Em 2015, ‘Império’ levou o prêmio de ‘Melhor Novela’, e ‘Doce de Mãe”, de ‘Melhor Comédia’. Em 2016, Verdades Secretas’ foi eleita a ‘Melhor Novela’. A Globo também recebeu o prêmio de melhor série no Emmy Internacional Kids 2018, com ‘Malhação: Viva a Diferença’, escrita por Cao Hamburger e dirigida por Paulo Silvestrini.

110 indicações

A Globo já teve 110 indicações em Emmy Internacional. Venceu 14 vezes e teve 3 Directorate Awards (2 para Roberto Marinho, em 1976 e 1983, e 1 para Roberto Irineu Marinho, em 2014), totalizando 17 estatuetas. As mais recentes foram: Império, na categoria “Telenovela” (2015); Doce de Mãe, na categoria “Comédia” (2015); Verdades Secretas, na categoria “Telenovela” (2016) e Malhação – Viva a Diferença, na categoria Kids.

Andrea Beltrão comenta indicação ao Emmy:

“Eu fico muito feliz por mim e por todas as pessoas envolvidas nesse trabalho: a autora Carolina Kotscho, o diretor Maurício Fatias, toda a equipe e todo o elenco. Como um grande maestro que sempre foi, Maurício deu liberdade para todos trazerem suas ideias e soube aproveitar tudo e criar a linguagem que ele imaginou para a série. Essa indicação, esse reconhecimento, é de todos nós. Estou na linha de frente representando o trabalho de muitos”, enfatiza a atriz.

Importância da indicação

Andrea fala ainda sobre a importância da indicação. “É uma injeção de ânimo para a nossa cultura, para a dramaturgia e para o trabalho que a gente faz. É fundamental, agora e sempre, contarmos nossas histórias, na nossa língua, e falarmos das nossas pessoas”, afirma. “Eu também estou muito feliz pela Hebe. Fico feliz por termos contado essa história de uma maneira despretensiosa, leve, da mesma forma que ela levou a vida”, acrescenta.

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