‘The Voice+’ ganha reforço de Fafá de Belém, Toni Garrido e Thais Fersoza

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‘The Voice+’ é um show de talentos da música… e da vida

'The Voice+' ganha reforço de Fafá de Belém, Toni Garrido e Thais Fersoza
Toni Garrido, Ludmilla, Fafá de Belém, Carlinhos Brown, Thais Fersoza e André Marques / foto João Miguel Junior

Leia entrevistas com Fafá de Belém e Toni Garrido

Nunca é tarde para sonhar e colocar em prática o que for necessário para alcançar aquilo que tanto deseja. Prova disso são os participantes do ‘The Voice+’, reality musical exclusivo para candidatos com mais de 60 anos, que tem estreia prevista na TV Globo no dia 30 de janeiro. Na segunda temporada da atração, vozes de diferentes cantos do Brasil prometem entreter com muita música e emocionar o público com suas histórias inspiradoras de quem nunca deixou de sonhar, apesar da idade.

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Creso Eduardo Macedo

Para Creso Eduardo Macedo, diretor artístico do ‘The Voice’, a versão do reality abre espaço para esses artistas. “Cada vez mais vemos pessoas mostrando que nunca é tarde para realizar projetos, iniciar algo novo e batalhar por conquistas. A experiência de vida impulsiona. Em muitos casos, é o combustível que faltava para seguir adiante. Queremos ser o palco para esses talentos da música que estão vivendo com muita disposição e energia em busca de seus sonhos”, explica.

Os técnicos da atração

Ludmilla

Ludmilla, que estreou na família Voice na primeira temporada do programa, volta a ocupar sua cadeira e não esconde a animação com a segunda temporada. “A ansiedade está a mil, como na primeira edição que participei, a diferença é que agora eu já sei como é a dinâmica, como nossos sentimentos ficam aflorados ali na hora. Mas continua sendo uma baita ‘responsa’. Espero que mais uma vez a gente se divirta e se emocione demais a cada episódio”, revela a cantora.

Fafá de Belém

Para reforçar o coro de que os sonhos não envelhecem e que o tempo passa, mas o sentimento pela música não, Fafá de Belém chega à família ‘The Voice’. “Há um hábito de achar que as pessoas, a partir de uma certa idade, ganham uma capa de invisibilidade, mas isso é coisa de Harry Potter. Nós temos a vida vivida, nós temos muita vida pela frente, nós temos experiência de vida, superamos muitas coisas e temos que superar o preconceito que a sociedade tem para pessoas de mais idade. Continuamos vivos, ativos, cheios de ideias e temos o que é base fundamental, que falta a muitos: a experiência! (risos) Então, sonhem, vivam, se joguem!”, aconselha a dona da gargalhada mais famosa do Brasil.

Toni Garrido

Além de Fafá e Ludmilla, Toni Garrido também estreia na cadeira vermelha. “Sabe quando você vivencia alguma coisa que você tanto desejou, tanto sonhou? Eu lembro nitidamente de várias vezes em que eu estava vendo ‘The Voice’ e me dava aquele sentimento, aquela vontade de estar naquele palco. Estou feliz da vida e muito grato por essa oportunidade. Gratidão é a palavra certa pra tudo isso”, revela o cantor.

Carlinhos Brown

Integrante assíduo do reality desde a estreia do formato, em 2012, Carlinhos Brown, que já esteve no ‘The Voice Brasil’ e no ‘Kids’, agora estreia também na versão +. “Pra mim, estar no programa é mais do que uma oportunidade, pois traz o prazer de rever talentos e de entender que as experiências só se renovam com o avançar das idades. Sempre tive vontade, desde que o programa estreou, de poder participar. Que coisa boa, que grande oportunidade. Quero vibrar com esses colegas que têm muito a dizer, muito a oferecer, principalmente compartilhando os seus talentos em um palco que é de todo o Brasil.”

Entrevista com Toni Garrido

Quem foi o seu maior incentivador na música?
Minha maior incentivadora na música foi Ofélia, a mulher que me criou junto a minha mãe. Ela acreditou, ou melhor, criou a história de que eu cantava. As visitas chegavam na sala de casa e, certa hora, ela dizia: “Toninho canta muito bem, você já viu? Canta uma música, Toninho”. Sem dúvida nenhuma, foi ela que me estimulou a me dedicar à música, às artes.

Qual é a sua expectativa para a estreia do The Voice+? Espera muita emoção?
Eu já vivi muitas emoções [nas gravações, até agora], e eu tenho certeza que a edição do programa vai privilegiar isso; não tem como, o ‘The Voice+’ é um mosaico de momentos ora emocionantes, ora divertidos, ora surpreendentes, mas sempre muito superlativos.

Qual é o sentimento de fazer parte da realização do sonho de pessoas com mais de 60 anos?
Eu estou muito feliz por fazer parte da realização dessas pessoas. É maravilhoso participar desse sonho. Costumo dizer é que a parte mais legal do jogo não é virar a cadeira, mas sim estar aqui, no grande momento de gala da sua vida, da sua história, da sua música, da sua representação, em que você consegue se expressar para milhões de pessoas por minuto. Isso é indescritível.

O que você prioriza no candidato para virar a cadeira?
Antes de começar a apresentação, quando você ouve o bater das baquetas, você é o técnico. Mas chega um momento em que tudo se mistura: você chora, olha para o lado querendo saber se o seu colega não vai ficar com a voz… é muito louco! Aos poucos a gente se acostuma à dinâmica. O que eu acho mais interessante para virar a cadeira é sentir alguma coisa drástica: ou que a pessoa está se divertindo muito, ou que está sentindo muito, ‘sangrando’ muito. Eu tenho que sentir o canto invadindo, tomando conta daquele candidato.

Agora que você já tem seus candidatos aprovados, como você define seu time?
O meu time é muito divertido e lúdico. São artistas com muita personalidade e muita expressão, um time composto por pessoas muito versáteis, por grandes vozes. Eles são figuras muito interessantes e genuínas. Ao mesmo tempo, eu sei que daqui a pouco os times vão se reconfigurar, mas a cada nova configuração, amor máximo – esse é meu lema. É importantíssimo falar que no meu time não se prende nem se pressiona cantores; eles precisam estar com o corpo sob controle. Se você não cuidar da garganta antes de cantar, se estiver triste, ou se alguém falar com você sem gentileza, aquilo pode acabar com a sua performance. Esse é um programa de televisão que traz uma carga diferente de temperatura e de autocontrole, naturalmente. Então, não os deixar tensos e ter o repertório certo para a boca certa. Se acertar a música para aquela pessoa, metade do caminho está andado, porque uma voz incrível ela já tem.

O que o público pode esperar desta temporada, acredita que a disputa será acirrada?
A graça é essa, né? Eu acho que vai ficar [acirrada]! Até porque, com o passar do tempo, os cantores vão adquirindo autoconfiança – e medo, vai misturando uma coisa com a outra. Acredito que a carga emocional será maior a cada semana, pois as escolhas autorais serão também muito específicas.

Qual principal mensagem você quer passar para os candidatos do seu time?
A primeira de todas é que o “girar da cadeira” faz parte de apenas 10% da adrenalina do jogo. A principal mensagem é ficar calmo, fazer o que sabe fazer, tentar ser o mais simples, sem ser simplório – a beleza está no simples: a beleza de Deus é simples, a beleza do canto é simples, é o lúdico, ela vem dessa construção. Você não pode estar pronto com pensamentos preestabelecidos, preconceituosos, raivosos; a planta da voz não cresce.

Entrevista com Fafá de Belém

Quem foi o seu maior incentivador na música?
Minha família é muito musical e cantávamos todo fim de semana. Posso considerá-la como meu maior incentivo para cantar e amar a música.

Qual é a sua expectativa pra estreia do The Voice+? Espera muita emoção?
A expectativa é a melhor possível. Eu fiquei muito feliz com o convite para participar do The Voice. Até mesmo porque vou conseguir interagir com os outros técnicos, que fazem parte de uma geração de cantores que não é a minha, mas que adoro. E acredito que eu posso aprender muito com eles. Acho que a gente pode trocar, estou muito feliz. O que eu espero de mim? O chororô (risos). Tenho certeza que terá gargalhadas, mas lágrimas também.

Qual é o sentimento de fazer parte da realização do sonho de pessoas com mais de 60 anos?
É um honra e uma alegria muito grande poder fazer parte de um programa onde cantores podem realizar seus sonhos, independentemente da idade. Há um hábito de achar que as pessoas, a partir de uma certa idade, deixam de existir. Nós temos a vida vivida e, ao mesmo tempo, muita vida pela frente. Nós temos experiência de vida, superamos muitas coisas e temos que superar o preconceito que a sociedade tem para pessoas de mais idade. Continuamos vivos, ativos, cheios de ideias e temos o que é base fundamental, que falta a muitos: a experiência! (risos) Então, sonhem, vivam, se joguem!

O que você prioriza no candidato para virar a cadeira? Qual principal mensagem você quer passar para os candidatos do seu time?
Afinação e emoção. Não existe cantar desafinado. Quem escreveu a música, escreveu todas as notas. Então, observar as notas. Quer fazer uma bossa? Ok. Mas sair do tom, não. Esse é meu critério fundamental. Assim como emoção. Não adianta, também, você ficar ligado só na nota e na técnica e não passar emoção, não arrepiar as pessoas. Não as fazer chorar, não as fazer gargalhar, não sentir que você faz parte da vida do público. Isso é minha orientação, para mim e para a vida. Eu estarei atenta, basicamente, a isso. A técnica é fundamental para ajudar, a base para construir tudo isso, mas um cantor frio, para mim, não rola.

Agora que você já tem seus candidatos aprovados, como define seu time?
Eu estou com um time predominante de mulheres, todas fantásticas, com vozes muito interessantes e de timbres muito próprios.

O que o público pode esperar desta temporada?
Muita emoção, sem dúvida nenhuma. As vozes são muito interessantes. Eu já posso dizer que vivi grandes emoções: primeiro com um homem gaúcho que falou de um Brasil que não é dos padrões – foi muito forte; e outro homem, um seresteiro que me lembrou o meu pai e as rodas de violão na minha casa, os amigos dele, seresteiros, eu fiquei comovida. Esses dois momentos me marcaram muito em termos de um Brasil que não se olha, que não se reconhece. A invisibilidade de quem tem 60 anos ou mais, e que está ativo, que tem as suas ideias, suas metas, a sua vida; ou esse Brasil que tem mais de 60 anos e não pertence ao convencional, mas que a música os coloca em um lugar de afeto.

Os candidatos do ‘The Voice+’ são pessoas experientes, alguns já têm uma carreira. De que forma isso influencia a participação deles no programa?
Independentemente de terem outra profissão, a música está na alma desses candidatos. Talvez, antes da decisão de se inscreverem para o programa, essa profissão tivesse alguma influência na música, mas mesmo antes de serem escolhidos, só o fato de estarem naquele palco é romper com muita coisa.

A dupla de apresentadores

Outra novidade na atração é a chegada de Thais Fersoza, que, ao lado de André Marques, vai mostrar ao público a emoção que toma conta dos bastidores do reality. “Ser apresentadora do ‘The Voice+’ é uma honra. Eu batalhei para chegar nesse lugar de apresentadora e agora minha expectativa é altíssima. O ‘The Voice+ é um programa sensacional e que emociona. Eu acho a coisa mais linda ver as pessoas realizando sonhos e poder fazer parte disso, estar pertinho dessas pessoas e poder viver essa emoção com cada uma delas me deixa muito feliz”, admite.

André Marques

Veterano na família ‘Voice’, André Marques não esconde a alegria e empolgação com mais uma temporada da versão. “Eu sou da família ‘Voice’ já tem um tempo, mas o Voice+ tem um diferencial. Além da boa música e das lindas vozes, características que acompanham todas as versões, nos deparamos com histórias de vida, começos e recomeços de pessoas que tem uma história com a música e vivem dela. São histórias de vida que se misturam através da música. Tem uma emoção diferenciada”, confessa.

O jogo

Ao todo, 48 vozes – 12 em cada time – serão aprovadas na primeira fase do programa, mas apenas uma levará pra casa o prêmio de R$250 mil e um contrato com a gravadora Universal Music. E, para deixar a disputa ainda mais acirrada e emocionante, uma novidade nas regras da atração.

Agora, na fase “Tira-Teima”, cada técnico terá direito a dois “pegueis”. Ou seja, cada um poderá escolher dois candidatos eliminados dos outros times para seguir na competição, dessa vez com um novo técnico no comando.

O ‘The Voice+’ tem cinco etapas:

Audições às cegas – Na primeira fase, os candidatos se apresentam e são avaliados apenas pela voz. Os técnicos viram suas cadeiras e montam seus times. Se mais de um técnico virar, o participante é quem escolhe com quem quer trabalhar. No total, serão 48 vozes aprovadas, 12 em cada time.

Tira-teima

Tira-teima – Em apresentações individuais, os técnicos precisarão escolher seis vozes do seu time para continuar na disputa. Cada um deles terá ainda dois “pegueis”, ou seja, poderão escolher outros dois candidatos eliminados dos outros times. Cada técnico termina a fase com oito vozes.

Top dos Tops

Top dos Tops – A cada fase, a competição se torna ainda mais desafiadora. Agora, dos oito que permanecem em cada time, somente quatro serão escolhidos pelo técnico para seguir para a “semifinal”.

“Semifinal” e “Final”

Semifinal e Final– A “Semifinal” e “Final” acontecem no mesmo dia. Na primeira etapa do programa, as quatro vozes de cada time cantam e cada técnico escolhe uma voz para seguir. Na segunda etapa, os quatro finalistas se apresentam e quem escolhe, ao vivo, o vencedor do ‘The Voice+’ é o público.

‘The Voice+’

Com direção artística de Creso Eduardo Macedo, a nova temporada do ‘The Voice+’ tem previsão de estreia em 30 de janeiro, na TV Globo, e vai ao ar aos domingos, após ‘Temperatura Máxima’, e às terças-feiras, às 20h, no Multishow.

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