Rafael Sardão está em ‘A Vida não é Justa’ no Teatro ‘Sesc Tijuca’

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Além de Rafael Sardão, elenco conta com Léa Garcia, Emiliano Queiroz, Marta Paret, Bruno Quixotte, Duda Barata e, Lorena da Silva, como a juíza Andréa Pachá

Rafael Sardão está em 'A Vida não é Justa' no Teatro 'Sesc Tijuca'
foto divulgação / Rafael Sardão (com a Bíblia na mão) em cena com Léa Garcia e Bruno Quixotte

Espetáculo está em cartaz no ‘Sesc Tijuca’ e temporada vai até 29 de maio

Mais de dezoito mil audiências e uma sentença: “A VIDA NÃO É JUSTA”. Foi assim que surgiu a inspiração para o título do livro de Andréa Pachá, lançado em 2012. Dez anos depois, o projeto idealizado pelo produtor Eduardo Barata, enfim, ganha os palcos, com dramaturgia de Delson Antunes e direção de Tonico Pereira.

Glória Pires

Em 2016, o livro composto por 35 contos foi adaptado para a televisão e apresentado em um quadro no Fantástico, com Glória Pires interpretando a juíza. O espetáculo é, surpreendentemente, composto por um prólogo e 8 cenas, a juíza (Lorena da Silva) está em todas as cenas.

Oito histórias

Para a versão teatral foram escolhidas oito histórias, além do prólogo: ‘Casamento não é Emprego’; ‘Quem Cuida dele?’; ‘Tem Coisa Que Não Se Pergunta’; ‘Molhadinha 25’; ‘O Que Os Olhos Não Veem’; ‘Sagrado é Um Samba de Amor’; ‘Mas Eu Amo Aquele Homem’ e ‘Reconciliação”. 

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“A Vida Não É Justa”

Em “A Vida Não É Justa”, a Justiça será acionada como tema central do espetáculo, com a função de solucionar conflitos, mas também de lembrar que “a felicidade não é um direito, muito menos uma obrigação.” e “Compreender nossa humanidade nos faz mais responsáveis pelo nosso destino”, nas palavras da autora.

Rafael Sardão

Em ‘A Vida Não é Justa’, o ator Rafael Sardão interpreta quatro personagens diferentes. Ao falar sobre contracenar com Léa Garcia e Emiliano Queiróz, a emoção transborda: “Eu me emocionei ao vê-los no palco, agora, fazendo a peça, divido o palco com dona Léa, seu Emiliano, e continuo me emocionando, é impressionante a vitalidade, a habilidade deles em cena. Artistas gigantes, vivendo o sonho de todo ator e atriz do mundo, completar 70 anos de carreira, no palco. É lindo de ver! Lindo de viver!”, destaca.

Léa Garcia

Léa Garcia também interpreta quatro personagens diferentes. Aliás, Léa comentou que o convite inicial para dar vida à “Molhadinha 25”, uma mulher que comete adultério virtual, “eu me interroguei, afinal sou uma senhora de 89 anos, mas eu me lembrei que sou uma atriz e a Molhadinha apareceu.” Além disso, Léa se diz satisfeita de ser convocada para papéis versáteis que não levam em consideração sua idade ou cor de pele.

Emiliano Queiroz

Emiliano Queiroz recebeu com alegria o convite de Eduardo Barata para participar da peça, ele conta, “Precisava me exercitar. Não gosto de me sentir enferrujado. Foram dois anos que fiquei parado pela pandemia”. Sobre o diretor, Emiliano divide uma curiosidade, “não encontrava o Tonico há mais de trinta anos, desde quando ele me substituiu na primeira montagem de A Ópera do Malandro.”

Tonico Pereira.

“Me senti muito prestigiado com o convite do Barata. É um enorme prazer trabalhar com atores do gabarito do Emiliano e da dona Léa, eles sabem mais do que eu! Basta segui-los que eu sei que dará tudo certo, tamanha sensibilidade e experiência. Nos ensaios às vezes fico de espectador e feliz de usufruir dessa experiência”, revela o diretor, Tonico Pereira.

Marta Paret

A atriz e assistente de direção Marta Paret comenta sobre os personagens, “São todos, certamente, muito ricos e diferentes. Na separação, enfrentam um momento em comum de ruptura, no qual devem encarar as consequências de suas escolhas para o resto da vida.”

Revezamento

Nesta encenação teatral, propõe-se um jogo no qual os atores e os personagens se revezam, ora na tarefa de vítima, ora na função de acusado, trazendo para a reflexão temas como diversidade, igualdade, justiça, respeito, tolerância e conflitos relacionais.

Iluminação e o cenário

Ao longo do espetáculo, quase todos os atores estão no palco durante todo o tempo, seja em cena com a juíza, ou fora de foco, onde acontecem as trocas, no próprio palco. Além disso, dois componentes fundamentais para o espetáculo são a iluminação e o cenário, criados por Paulo Denizot.

A trama

A peça explora o absurdo que a realidade é, e a luz acompanha esse caminho, um falso realismo absurdo. Ela busca enfatizar os dramas que as pessoas passam, dando plasticidade e dinâmica para a peça. Já o cenário expõe que é mais abstrato, manequins são usados para falar da massa humana e das relações das quais somos parte. A sociedade nos coloca em arquétipos, procuro de maneira prática e poética trabalhar essa massa que se encaixa em personagens da vida real.

A VIDA NÃO É JUSTA

FICHA TÉCNICA

Texto: Andréa Pachá
Dramaturgia: Delson Antunes
Direção: Tonico Pereira
Idealização: Eduardo Barata
Produção: Barata Produções

ELENCO
Léa Garcia
Emiliano Queiroz
Lorena da Silva
Bruno Quixotte
Duda Barata
Marta Paret
Rafael Sardão
Lui Nacif (stand-in)

SERVIÇO:
Local: SESC Tijuca (R. Barão de Mesquita, 539)
De 12 a 29 de maio
quinta a sábado às 20h30 e domingo às 19h30.

Gesto e movimento: Marina Salomon
Assistente de direção: Marta Paret
Cenário: Paulo Denizot e Jana Wendling
Figurinista: Fernanda Fabrizzi
Assistente de figurinista: Tuca Lima
Iluminação: Paulo Denizot
Trilha Sonora: Máximo Cutrim
Visagismo: Fernando Ocazione

Diretor de palco / assistente de produção: Tom Pires
Operador de luz: Rogerio Medeiros
Operador de som: Gutto Dutra

Programação visual: Ricardo Barata
Fotos: Cristina Granato
Vídeos: Pedro Murad
Assessoria de imprensa: Equipe Barata Comunicação / Eduardo Barata, Gabriela Torres, Cesar Werneck e Simone Recchia

Direção de produção: Elaine Moreira
Coordenação geral: Eduardo Barata

texto reprodução da internet

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